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RosaDeSaron
alguém sabe dizer onde está o tópico de concursos de guarda municipal, que eu não achei e perdi o caminho.
O Drama milenar do Cristo e do Anti-Cristo
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"A Luz brilha nas trevas, mas as trevas não a reconhecem. Em nós e no mundo reinam duas naturezas opostas."
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No cenário da humanidade histórica o Cristo é representado pelo EU espiritual, ou Alma do homem, que o grande Mestre chama de “Pai em nós”,“a Luz do mundo”, “o Cristo interno”, “o Reino de Deus”, “o Tesouro oculto”, “a Pérola preciosa”, “ a Água viva”.
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O Anti-Cristo, por seu turno aparece, na história do homem e do gênero humano, na forma do Ego material-mental-emocional, que assume milhares de formas e feitios.
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O Eu crístico e o Ego anti-crístico, agem em duas dimensões diametralmente opostas. O Anti-Cristo só conhece “os reinos do mundo e sua gloria” e promete dá-los em recompensas aos seus adoradores e servidores, porque são dele, creação do príncipe deste mundo, que é o poder das trevas na linguagem do Cristo.
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"Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamon. " Mestre Jesus, o Cristo(Mateus 6.24)
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O Cristo porém, afirma que “o meu Reino não é deste mundo”, não é do caráter deste mundo que , “jaz no maligno”, que é “dominado pelo príncipe deste mundo”.
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Sendo que este mundo é governado pelo Anti-Cristo, como ele mesmo afirma e como o Cristo confirma, não é de se estranhar que o príncipe deste mundo, não tolere nos seus domínios um intruso com o Cristo, cujo Reino não é deste mundo, embora esteja no mundo; é natural que o Anti-Cristo considere o Cristo como um indesejável, subversivo, e o hostilize, ora aberta, ora ocultamente, de acordo com a estratégia que lhe pareça ser mais eficiente na época.
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Devemos viver no mundo sem ser do mundo.Vivemos na terra de um inimigo, que o Mestre Jesus, o Cristo chama "o príncipe deste mundo". (João 16:11)
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Nos primeiros tempos prevalecia a hostilidade aberta e violenta; mais tarde, a traição hipócrita revezou com a luta declarada; hoje em dia, predomina uma terceira estratégia, a tentativa de degradar o Cristo ao nível dos “cristãos” ou pseudos-cristãos. A tendência é fazer Cristo à imagem e semelhança dos “cristãos”, já que estes não tem a coragem de subir às alturas daquele.
Fazer descer Cristo ao nosso nível condiz muito mais com o comodismo e o menor esforço dos que não querem sublimar-se ao nível dele. Em livros, filmes, e teatros, do alto das cátedras universitárias e dos púlpitos das igrejas se proclamam um pseudo-Cristo profano, horripilante, caricatura do Cristo do Evangelho e da realidade.
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E o que é há de mais repugnante é que são precisamente sacerdotes, pastores de igrejas cristãs, (*e muitos “místicos” de ocasião) que, de preferência, promovem essa deturpação do Cristo.
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Violência, traição , deturpação, são estas as armas prediletas com que o Anti-Cristo luta contra a intrusão do Cristo em seus domínios terrestres.
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Aparentemente, o Cristo é sempre derrotado pelo Anti-Cristo, sempre crucificado, morto, e sepultado, desce até os infernos, na realidade, porém o Cristo sempre ressuscita, mesmo de túmulos fechados, sigilados e guardado por seus inimigos. É proibido ressuscitar, mas Ele sempre ressuscita.......
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Os seus verdadeiros amigos o encontram sempre glorioso, por toda a parte, em todos os tempos.
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O drama milenar do Cristo e do Anti-Cristo continua, e todo homem acompanha ou este ou aquele grupo, por seu modo de pensar, de falar, de viver e mais ainda, pelo seu modo de ser.
Hastearam a bandeira do Cristo sobre o quartel-general do Anti-Cristo.
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Advertimos ao leitor que não confunda Fé com crença. Fé em latim fides, quer dizer fidelidade, harmonia entre a alma humana e o espírito de Deus ou do Cristo. Essa atitude de alta fidelidade é redenção, salvação, santificação, mas não tem nada que ver com crer ou crença.
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Infelizmente o substantivo fides não tem verbo derivado do mesmo radical, e os tradutores latinos do texto grego empregaram o verbo credere que em português deu crer. Em grego o substantivo Pistis, correspondente ao latim fides, tem o verbo pisteuein, que poderíamos traduzir por fidelizar, ou ter fé. Mas, se dissermos crer em vez de ter fé, adulteramos profundamente o sentido.
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Crer, crença é algo incerto e vago, como quando dizemos: creio que vai chover, creio que fulano morreu. Crer em Deus, crer no Cristo, não é o mesmo que ter Fé, ou Fidelidade com Deus ou o Cristo. Quem tem Fé, Fides, Fidelidade com o Cristo, estabelece perfeita sintonia de pensamentos, palavras e obras entre si e o Cristo.
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Fidelizar ou ter Fé não é um superficial ato transitório, mas sim uma profunda e permanente atitude de todo o nosso ser, que é antes um estado de ser, do que um ato de fazer.
Aceitar Cristo é fácil, viver o Cristo isto é um problema de imensa gravidade.
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Sem esse encontro consigo mesmo, nenhum homem realizará o seu encontro com Deus.
O ser humano é neste modo uma consciência que evolui em muitos planos ao mesmo tempo. Temos a consciência física, e temos um “eu” emocional e mental-concreto que coordena os cincos sentidos e a memória das experiências pessoais.
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Acima disto temos uma mente altruísta, que busca a verdade, admira poesia, música, preocupa-se pelo bem-estar dos outros ou da humanidade, pensa em termos abstratos e tem prazer em lutar pelo bem comum. Este é o nosso eu imortal, a quem devemos servir. Para ele devemos abrir espaço em nossas vidas concretas, de modo que nossa passagem pelo mundo físico tenha a maior utilidade possível.
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Uma vida inteira é como um dia de trabalho do ponto de vista do eu imortal. Da manhã à noite, ele trabalha. Luta por manifestar-se no mundo material. No final do dia, é hora de descansar. Antes de dormir isto é, na velhice passamos em revista o que fizemos. Os mais idosos ficam revisando o passado. Este é o começo da síntese, é o preparativo da avaliação que será feita após a morte do corpo físico.
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A preparação para a morte através da revisão do passado tem uma importância fundamental, porque através deste lento reexame o eu imortal começa o trabalho de levantamento e contabilidade das perdas e ganhos de uma vida inteira. É o balanço contábil do carma.
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O poeta inglês William Wordsworth que viveu entre 1770 e 1850, falou da reencarnação em um dos seus poemas. Para ele, a morte do corpo físico é o verdadeiro despertar, e quando nascemos para a vida biológica, na realidade adormecemos para a nossa real vida de espíritos que somos.
Palavras de Wordsworth:
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Nascer é apenas dormir e esquecer a vida espiritual.
A alma que surge conosco, em um novo corpo é a estrela da nossa vida, ela tem sua moradia em outra parte, e veio de longe.
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O poeta está certo. Nós costumamos pensar que o homem tem uma alma. Na verdade, a alma é que tem um corpo, e também uma personalidade, para coordenar o funcionamento dos cinco sentidos da matéria ou do corpo físico.
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A tarefa do nosso eu passageiro é servir a esta alma que é eterna e cuja natureza é divina, mas que ainda precisa de experiências no mundo físico em sua busca da perfeição espiritual.
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Nossa alma é nosso mestre, assim como Cristo, ou Buda, ou outro grande instrutor, pode ser o mestre da nossa alma.
A idéia da reencarnação, no entanto, não pode ser um dogma. É bom que seja vista sobretudo como a maior opurtunidade de trabalho e aprendizado que temos a nosso dispor nesta nossa longa caminha pelos mundos, as várias moradas da casa de nosso pai como disse o Cristo, nesta caminhada de volta ao criador.
Deus inventou o homem, o homem inventou a ciência, um cientista inventou a bomba atômica, a bomba atômica vai destruir o homem, Deus refaz o homem...
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Quid pro quo, Hannibal...
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Conclusão: a ciência incha, mas o amor edifica...
De onde vêm os valores?
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Se os valores não são coisas, pois resultam da experiência vivida pelo homem ao se relacionar com o mundo e os outros homens, talvez pudéssemos concluir que tais experiências variam conforme o povo e a época. É o que parece nos sugerir a diversidade de costumes: para algumas tribos, é indispensável matar os velhos e as crianças que nascem com algum defeito, o que para nós pode parecer incrível crueldade. Na Idade Média era proibido dissecar cadáveres, e no entanto as instituições de justiça tinham o direito de torturar seres vivos. Nosso costume de comer bife escandaliza o hindu, para quem a vaca é animal sagrado.
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Isso significa que os valores são em parte herdados da cultura. Aliás, a primeira compreensão que temos do mundo é fundada no solo dos valores da comunidade a que pertencemos.
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Em tese, tais valores existem para que a sociedade subsista, mantenha a integridade e possa se desenvolver. Ou seja, a moral existe para se viver melhor. Talvez essa afirmação cause espanto, se considerarmos que as regras morais são concebidas como condição de repressão humana, sendo, assim, geradoras de infelicidade. Isso também é verdadeiro, mas só enquanto deformação da moral autêntica e em contexto diferente daquele que estamos considerando aqui.
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O que nos interessa enfatizar, em grupos humanos precisam de regras para viver bem. Por isso é possível entender como, em certas tribos, onde há escassez de alimentação, há o costume de matar crianças defeituosas e velhos incapazes de produzir, uma vez que se tornam peso prejudicial à sobrevivência do grupo.
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Dito de outra forma, mesmo que varie o conteúdo das regras morais, conforme a época ou lugar, todas as comunidades têm a necessidade formal de regras morais. É formalmente correto que a coragem é melhor que a covardia, que a amizade é um valor desejável entre os membros de um grupo.
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No entanto, a coragem é um valor formal cujo conteúdo varia. Tomemos um exemplo corriqueiro, ainda que não referente à moral propriamente dita: se alguns riem do caipira com medo de atravessar a avenida na grande cidade, certamente será ele que rirá do citadino assustado com sapos e cobras na fazenda. Transportando o exemplo para o campo da moral, a coragem do guerreiro da tribo é certamente diferente da coragem do homem urbano desafiado, por exemplo pêlos riscos da corrupção.
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Se amizade é um valor universal, a sua expressão varia conforme os costumes. Na sociedade patriarcal, em que a mulher se encontra confinada ao lar e subordinada ao homem, é impensável que ela tenha amigos do sexo masculino fora do círculo de amizades do seu próprio marido ou distante do seu olhar benevolente. Isso muda nos núcleos urbanos, após a liberação da mulher para o trabalho fora do lar.
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Social e pessoal
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Voltemos à objeção ensaiada alguns parágrafos atrás; nem sempre as regras morais visam ao bem da comunidade enquanto um todo. Sendo inúmeros os exemplos, vamos selecionar apenas alguns deles.
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Por mais estável que seja a sociedade, sempre há mudança das relações entre as pessoas e grupos, na luta das relações entre as pessoas e grupos, Então, certas regras valem em determinadas circunstancias e deixam de valer quando ocorrem alternações nas relações humanas.
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No entanto, existe a tendência de se resistir às mudanças, e, quando as regras permanecem mudanças inflexíveis, sedimentadas, acabam sendo esvaziadas de seu conteúdo vital e ficam caducas e sem sentido. A sociedade passa, então, por um momento de crise moral para cuja superação são exigidas inventividade e coragem, a fim de ser recriada uma moral verdadeiramente dinâmica e comprometida com a vida.
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A experiência efetiva da vida moral supõe, portanto o confronto continuo entre a moral constituinte, representada pela critica aos valores ultrapassados, o esforço do constituição da vida moral exige a discussão constante dos valores vigentes, a fim de verificar em que medida sua realização se faz da vida ou da alienação.
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O sujeito moral
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Seriam então os valores, além de relativos ao lugar e ao tempo também subjetivos isto é dependentes das avaliações de cada indivíduo?
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Se cada um pudesse fazer o que bem entendesse, não haveria moral propriamente dita. O sujeito moral tem a intuição dos valores como resultado da intersubjetividade, ou seja, da relação com os outros.
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Ninguém nasce moral, mas torna-se moral. Há uma longa caminhada a sei percorrida para a aprendizagem de descentralização do eu subjetivo, a fim de superar o egocentrismo infantil e tornar-se capaz de “conviver”.
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O homem virtuoso
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Quando nos referimos ao homem virtuoso, à imagem que nos vem é de alguém amável, dócil, cordato, capaz de renuncia e pronto para servir aos outros. Trata-se de uma representação inadequada e muitas vezes perigosa.
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Nietzsche referia-se à moral se escravos , como sendo aquela em que as falsas virtudes se fundam na fraqueza no servilismo, na renuncia do amor de si e portanto, na negação dos valores vitais.
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A palavra virtude vem do latim vir, que designa “ o homem”, o “varão” (daí o objetivo viril). Virtus é o poder “força”, “capacidade”. O termo grego arrete significa qualidade da excelência, mérito. Portanto o homem virtuoso nada tem de frágil; ao contrário, virtude é a capacidade de ação, é a potência. Para Kant, a virtude é a força de resolução que revela o homem na realização do seu dever.
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A virtude, enquanto disposição para querer o bem, supõe a coragem de assumir os valores escolhidos e enfrentar os obstáculos que dificultam a ação.
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Por isso a noção de virtude não se restringe a apenas um ato moral, mas consiste na repetição e continuidade do agir moral. Aristóteles já afirmava que uma andorinha só não faz verão para dizer que a virtude não se resume no ato ocasional e fortuito, mas precisa tornar-se um hábito.
A Consciência Moral e a Liberdade Humana
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A consciência de si mesmo ou auto consciência confere ao ser humano a capacidade de julgar ações, e de escolher, dentre as circunstâncias possíveis, sue próprio caminho na vida.
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A essa característica peculiar ao homem, de julgar suas próprias ações, decidindo se elas são boas ou más, damos o nome de consciência moral.
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A possibilidade que o homem tem de escolher seu caminho na vida e constituir sai historia damos o nome de liberdade. Evidentemente a liberdade é algo que não se exerce no vazio, mas dentro das limitações impostas pelas circunstancias. Pois, como escreveu Karl Marx, “os homens fazem suas própria historia, mas não a fazem como querem; não a fazem sob circunstancias de sua escolha e sim sob aquelas com que se defrontam diretamente, legadas e transmitidas pelo passado”.
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A liberdade e a consciência estão o intimamente relacionadas. Isso porque só tem sentido julgar moralmente a ação de uma pessoa se esta ação foi praticada em liberdade. Quando não se tem escolha (liberdade), é impossível decidir entre o bem e o mal (consciência moral).
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Entretanto, quando estamos livres para escolher entre esta ou aquela ação, tornamo-nos responsáveis pelo que praticamos. É esta responsabilidade que pode ser julgada pela consciência moral do próprio indivíduo ou do grupo social.
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Para melhor compreender esta síntese, veremos mais a fundo a liberdade, os valores e o homem propriamente dizendo sobre sua consciência diante destes conteúdos.
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O que é valor?
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Há, mundo das coisas e o mundo dos valores. Mas não podemos dizer que os valores são da mesma maneira que as coisas são. Isto é, não existe o valor em si enquanto coisa, mas o valor é sempre uma relação entre o sujeito que valora e o objeto valorado.
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Isso significa que os valores existem na ordem da afetividade, ou seja, não ficamos indiferentes diante de alguma coisa ou pessoa, pois somos sempre afetados por elas de alguma forma. Reclamamos da caneta que não escreve bem, ouvimos várias vezes com prazer à música de nossa preferência, recriminamos que usa de violência e assim por diante.
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Valorizar é uma experiência fundamentalmente humana que se encontra no centro de toda escolha de vida. Fazer um plano de ação nada mais é do que dar prioridade a certos valores, ou seja, escolher o que é melhor (seja do ponto de vista moral, utilitário etc.) e evitar o que é prejudicial para se atingir os fins propostos.
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A conseqüência de qualquer valoração é, sem duvida, dar regras para a ação prática. Assim, se o ar é um valor para o ser vivo, é preciso evitar que a poluição atmosférica prejudique a qualidade desse bem indispensável. Se a credibilidade é um valor, não posso estar o tempo todo mentindo, caso contrário às relações humanas ficariam prejudicadas.
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Portanto, diante daquilo que é , a experiência dos valores orienta para o que deve ser.
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Neste capítulo, dentre os mais diversos valores possíveis, escolhemos analisar os valores morais. Moral é o conjunto de regras de conduta consideradas válidas para um grupo ou para uma pessoa. Veremos, a seguir, qual é a origem desses valores e o que caracteriza o ato propriamente moral.
Ano novo... começa vida nova!
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Começa o ano e fico a pensar... como ele será...? Todos nós devemos fazer uma auto-análise para ver onde erramos e onde poderemos melhorar, pois certas coisas cabe só a nós decidirmos. Devemos analisar nossas relações com vizinhos, esposa e filhos... e ver se deixamos algumas arestas para aparar... pois sempre ficam algumas... tão bobas e insignificantes e nós sempre querendo ter razão... estando certo ou não... Vamos ceder um pouquinho e esquecer, vamos melhorar nosso relacionamento no dia-a-dia, seja no trabalho ou lar. Vamos começar vida nova... ter paciência, estudar e trabalhar... e nossas metas encontrar. Vamos ser justos com todos... independente de classes, cargos e posses. Vamos renovar as esperanças na vida... pois é hora de recomeçar. Tem tantas pessoas esperando um sorriso ou um gesto seu para chegar mais perto de você... pense nisso.
Seja feliz, não se esconda da verdade... receba, elogie... e faça o melhor que puder. Vá até onde a vida te levar, pois o tempo não espera por mim, você e ninguém. Construa seu futuro, não perca a sua serenidade... e conserve sua paz interna... pois a vida se renova para você. Enquanto a alma não disser chega... podemos suportar tudo o que a vida diz sim.
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Feliz 2010 pra todos vcs!!
BOM FIM DE SEMANA PRA TODOS VCS!
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Lcpj...tem toda razão!
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QSA..vc por aki,...Feliz Ano Novo!
TTZUEIRA
APESAR DE VOCÊ SER O MAIOR PLAGIADOR NA NET, SEU TEXTO REFERENTE SOBRE AS CONTRADIÇÕES DA BIBLIA DEIXAM QUALQUER CRISTÃO SEM RESPOSTA, NEM O CACP EM CODIGO MQ PODE AJUDAR VOCÊS KKKKKKKKK.
"Bem-aventurado aquele servo que o Senhor, quando vier, achar servindo assim."
(Mat 24: 46)
Salmos 103
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1 Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome.
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2 Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum dos seus benefícios.
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3 É ele quem perdoa todas as tuas iniqüidades, quem sara todas as tuas enfermidades,
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4 quem redime a tua vida da cova, quem te coroa de benignidade e de misericórdia,
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5 quem te supre de todo o bem, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia.
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6 O Senhor executa atos de justiça, e juízo a favor de todos os oprimidos.
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8 Compassivo e misericordioso é o Senhor; tardio em irar-se e grande em benignidade.
O arraes ve se acorda, pedro nunca foi papa e nem pisou em roma, e os cristao primitivos nao eram os catolicos. Quando Constantino por volta do ano 200 depois de cristo instituiu o cristianismo como religiao oficial de roma, que era pagã, muitos puxa saco dele, tambem se tornaram "cristaos" mas continuaram a fazer os mesmos rituais pagaos que faziam, so que pra disfarçar criaram nomes de santos, pra esconder a verdade. Por exemplo as festas juninas eram rituais pra agradecer os espiritos pela boa colheita. Costume que ja era praticado na roma pagã e que continuou na roma "crista". Pra nao citar outras coisas, ou seja o catolicismo é uma farsa. Sai dela povo meu, Ai daquela grande cidade
Uma palavra de esperança para o seu coração
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Um recado de Deus para você!
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A sua alma é imortal. Ela jamais morrerá. Mas ao separar-se de seu corpo, dois destinos haverá para ela: o CÉU (a eternidade com Deus - a felicidade eterna) ou a ETERNIDADE SEM DEUS (o sofrimento eterno). E há apenas uma pessoa neste mundo capaz de escolher o lugar para onde você irá VIVER eternamente. Você dirá que esta pessoa é Deus, mas Deus diz em Sua Palavra, a Bíblia Sagrada, que esta pessoa é você. SÓ VOCÊ PODE ESCOLHER OU DETERMINAR O DESTINO ETERNO DA SUA ALMA.
Você poderá, se quiser, escolher, AGORA, o CÉU, mas se achar que pode deixar o assunto para outra hora, já estará escolhida a eternidade sem Deus; se você morrer agora, irá para lá, para todo o sempre. Não morrendo agora, estará andando para a eternidade sem Deus.
Certamente você quer o Céu. E para que você tenha certeza de que vai gozar o Céu, o que deve fazer, é:
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1º- Reconhecer-se pecador.
Deus diz: "...todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus". Rm. 3:23
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2º - Reconhecer que você não pode entrar no Céu por seus esforços próprios.
Ef. 2:8-9
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3º - Crer que somente Jesus Cristo pode levar você ao Céu.
Jesus diz em João 14:6 "Eu sou o caminho, e a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim". Jesus não disse "um dos caminhos", mas O caminho.
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4º - Aceitar Jesus Cristo como seu único Salvador.
"Crê no Senhor Jesus, e serás salvo...”. At. 16:31.
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Mas dirão alguns: Sou jovem e deixarei isto para depois. Gostaria de dizer duas coisas:
1) Não precisa ser velho para estar próximo da eternidade;
2) As profecias da BÍBLIA dizem que JESUS voltará novamente; e estas profecias se cumprem nos nossos dias. Como estará a sua vida naquele dia? Pense nisto. Pois o único meio de alcançar esta benção é JESUS. "Eis que venho sem demora!” Ap. 22:7
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Mas se você não quer escolher o Céu, saiba que está caminhando para a eternidade sem Deus, debaixo da ira de Deus. “...porém o que não crê no Filho (Jesus) a ira de Deus sobre ele permanece".
Jo. 3:36b.
Ttzueira:
"Não se preocupe, poucos acertam em tenra idade, e você ainda terá muito tempo para rever suas interpretações, ter fé não significa ser teimoso, a fé requer sabedoria e investigação, ponderação e razão, continue se esforçando você chega lá!"
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Falou a voz da sabedoria. Deve se considerar o sabio, o Buda. E pior que só se ve falando abobrinha. kkkk santa paciencia, ainda bem que nao perco meu tempo lendo essas asneiras copiadas de outros sites que voce vomita por aqui.
“É certo gente, a pessoa vir ao culto todos os dias, orar, participar da reunião e não ofertar?” Pergunta o Pastor.
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Não! O coro foi emblemático. Os fiéis sabem, estar na Universal e não ofertar não é certo, mas ir aos cultos e não dizimar é o mesmo que enxugar gelo no sereno. Não funciona. O público é lembrado a toda hora da importância de ofertar, pois é dando que se recebe. Recebe bênçãos. O dinheiro deve ser usado na sustentação da obra de Deus, além de servir de prova de fé. Quem se sacrifica, dando seu dinheiro à Igreja, o faz para provar que acredita no poder de Deus. E crê que ele vai mudar sua vida, para melhor. “Cada trocado será dobrado”, diz o pastor sempre, anunciando o melhor negócio do século, trocar dinheiro por mais dinheiro.
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Há um momento do culto de segunda-feira em que os 318 pastores se reúnem em cima do altar, e aos gritos, de olhos e punhos cerrados, convocam o público a gritar com Deus. O enorme templo vibra com a exasperação das pessoas em furor. De todos os lados se ouvem gritos de ódio e de súplica. Ao meu lado, em um dos três congressos empresariais que visitei, havia um senhor que gritava: “quero parar de sofrer! Não agüento mais ser humilhado! Minha empresa não anda, minhas dívidas não acabam!”
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O desespero das pessoas que freqüentam essas igrejas é evidente, um outro senhor segurava trêmulo o envelope do dízimo vazio enquanto o pastor pedia que os fiéis fossem entregar sua parte. Três é o número de vezes em que se pede dinheiro em um dia normal de culto na Universal. Logo no início, é requisitado o dízimo. Dez por cento de tudo que o fiel tiver conseguido durante a semana. Nos seis dias em que freqüentei a igreja, de 60 a 70% do público foi com o envelope na mão em direção ao altar, confirmando a situação de dizimista.
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No congresso empresarial, cada vez que o pastor pede uma oferta espontânea além do dízimo, uma outra multidão atende ao pedido. É difícil de acreditar mas Israel sempre começa a rodada pedindo uma doação de mil reais ao público. Normalmente uma ou duas pessoas assinam um cheque na hora e entregam a quantia ao pastor. Em seguida o teto fica mais baixo; 500, 400, 300, 200, no final o pastor aceita qualquer moeda, mas não sem antes ter garantido muito dinheiro para a obra de Deus. Ao meu lado um pai de família assinou um cheque de 200 reais, sem hesitar. Israel grita, estimulando os fiéis a darem tudo que possuem consigo “Eu sei, senhor Jesus, que isso é uma vergonha, mas um real é tudo o que eu tenho! E eu vou te dar, porque eu quero que essa situação mude, não quero mais ser esse derrotado, andar com essa miséria na carteira! Eu quero vencer!”.
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O segredo dessas igrejas é tratar dos males terrenos oferecendo soluções terrenas, dinheiro para quem precisa de dinheiro, família para quem precisa de família. E principalmente em atribuir as desgraças e infortúnios das pessoas a fatores externos, eximindo-as de qualquer culpa. Os fiéis da universal são pobres coitados, pessoas que precisam de ajuda, mas que não admitem ter cometido erro algum a não ser o de ter dado abertura a encostos pela falta de fé. O público é dominado, assiste a um espetáculo regido pelos pastores, um show convincente, com sessões de exorcismo semanais e testemunhos de fiéis bem sucedidos.
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Essas igrejas crescem pois usa a linguagem do povo. E em um mundo regido pela cruel lógica do mercado, talvez não seja tão absurda a idéia de pagar pelas bênçãos de Deus. A IURD é uma empreitada bem organizada, os cultos são segmentados para garantir o fluxo de dinheiro diário de cada público, jovens, empresários, solitários, desesperados e famílias. O segredo do sucesso da Igreja Universal do Reino de Deus é oferecer pronto atendimento às necessidades do povo, ao invés de fazê-lo trilhar por caminhos tortuosos rumo a uma salvação espiritual abstrata e distante da realidade que envolve os fiéis.
O Culto da prosperidade
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O casal Sonia e Estevam Hernandes, líder da Igreja Renascer, Edir Macedo da Universal, Davi Miranda da Deus é Amor, R.R. Soares Mundial da Graça de Deus, Silas Malafáia e outros que por aí agem, são a representação radical de um dos ramos evangélicos que mais crescem no mundo: A teologia da prosperidade. Essa doutrina, na versão distorcida desses gatunos, baseia-se numa relação com o divino do tipo toma-lá-dá-cá, em que Deus pode manifestar o seu amor na forma de uma Bicicleta, um Fusca, uma Mercedes, um Apartamento na zona sul ou um casa em Itatiaia ou em Búzios dependendo apenas da generosidade com que o fiel abre sua carteira no momento de fazer doações à igreja.
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Se o Francisco de Assis pudesse voltar e mudar uma de suas frase ele o faria, se bem que eu desconfio que aquela frase: “É dando que se recebe” é invenção de algum tesoureiro do Vaticano ou do pároco da velha e bela Assis, que para tomar foça e credibilidade imputaram a ele.
Chong Li
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É por isso que ignoro o que você fala,
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Bem não é o que parece, na verdade isto que você está sentindo é comum, choca com o que vc esta acostumado a ouvir e causa realmente essa indignação, se quer falar de ensinamentos bíblicos estou disposto agora, ficar medindo forças numa queda de braços verbal é pura perda de tempo.
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Tenha uma boa tarde meu jovem!!!
Não se preocupe, poucos acertam em tenra idade, e você ainda terá muito tempo para rever suas interpretações, ter fé não significa ser teimoso, a fé requer sabedoria e investigação, ponderação e razão, continue se esforçando você chega lá!
O efeito fundamental da religião é alterar o significado de uma doença para aquele que sofre, que também pode ser considerado como uma forma de persuasão que modifica a visão de mundo do indivíduo. Isto não implica na remoção dos sintomas, mas na mudança dos significados que a pessoa atribui à sua doença ou ainda à uma alteração em seu estilo de vida.
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Uma prática comum do catolicismo popular é a procura de "rezadeiras, benzedeiras ou curandeiros" para solucionar vários problemas, entre eles, os relacionados com a saúde. A benzedeira em geral pede ao indivíduo para ter fé em deus, fazer o sinal da cruz, reza e queima incenso para afastar as influências demoníacas. Muitas das doenças "curadas" por esses líderes religiosos são causados pelo "mal-olhado, feitiço, coisa-feita, bruxaria". . Esse catolicismo popular é muito flexível, tolerante e receptivo às inovações. Ele consiste em uma composição de símbolos, significados e práticas oriundos de fontes diversas, e que incluem a crença em milagres, experiências místicas, possessões e o carisma do líder religioso. O catolicismo popular compartilha com as religiões afro-brasileiras a crença em espíritos, o deus e o diabo e a possibilidade ser possuído por eles.
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O renascimento do movimento católico carismático é outra revitalização do movimento católico que está em expansão no Brasil. A mensagem aqui é muito semelhante aos cultos Pentecostais. A sua maior característica é a devoção à Virgem Maria, ao ritual sacramentado pela autoridade da igreja e no espírito santo.
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O Pentecostalismo pode ser dividido em 3 fases: a Congregação Cristã e a Assembléia de Deus (1910-1950); Pentecostalismo autônomo, a Igreja do Evangélico Quadrangular, Igreja Pentecostal Deus é Amor e Igreja Pentecostal o Brasil para Cristo (1950-60) e a terceira fase a Igreja Universal do Reino de Deus fundada por Edir Macedo em 1977. Aqui se exercem práticas de exorcismo. Essa terceira corrente acentua a exploração das fortes emoções de seus adeptos, muitas vezes acusados de sensacionalismo e charlatanismo. O demônio está presente em todos esses cultos e seus rituais consistem em receber o Espírito Santo e expulsar os demônios.
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Existem muitos grupos espíritas no Brasil (batuque, xangô, kadercismo, umbanda, candomblé). Essas crenças se baseiam em 3 conceitos principais: o ser humano tem um corpo espiritual; espíritos desencarnados estão em constante contato com o mundo físico; os humanos podem aprender a incorporar espíritos. A Umbanda é a primeira religião desenvolvida no sul do Brasil ao longo do processo de industrialização e apresenta um sincretismo de elementos do Candomblé afro-brasileiro e Macumba, Kardecismo e Catolicismo.
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No Candomblé o cliente faz uma consulta, como se fosse a um oráculo, através dos jogos de búzios que são lançados pelo pai ou mãe de santo. Essa consulta revela a origem da pessoa (seus Orixás) e em geral prescreve os sacrifícios necessários para solucionar uma dada situação. No Candomblé os rituais são mais estruturados em comparação com a maior flexibilidade dos rituais da Umbanda. Na Umbanda, por outro lado, o consulente tem a oportunidade de entrar em contato com espírito através da incorporação do mesmo no médium.
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Fenômenos como o "encosto", a "possessão pelo demônio ou por um espírito" são muitas vezes expressões de transtornos mentais. Mas em um contexto religioso a possessão e o transe são comportamentos culturalmente aceitos no Brasil, e raramente são vistos como sintomas de distúrbio mental. Nina Rodrigues e Artur Ramos compararam a possessão e o transe com os transtornos mentais. Alguns autores relatam que comportamentos e sintomas psicóticos ou esquizofrênicos são considerados muito idiossincráticos e pouco confiáveis para serem absorvidos por esses cultos. Em geral os líderes religiosos distinguem bem as diferenças entre uma possessão e um comportamento psicótico.
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Ficam aqui alguns questionamentos: haveria uma lado religioso e um lado médico ou eles seriam 2 discursos sobre os mesmo problemas existenciais ? Seriam esses discursos passíveis de serem traduzidos um ao outro? Em que situações estariam as possessões associadas aos transtornos mentais? A fé incondicional não seria um transtorno mental adquirido voluntariamente? A busca exacerbada da salvação do espírito juntamente com prosperidade da matéria não seria uma atrofiamento mental tornando-se uma psicopatia.
Com este artigo quero descrever o contexto religioso no Brasil e mostrar como o senso de religiosidade é articulado na cultura brasileira. A intenção é descrever como os brasileiros usam os "cultos de aflição"* para resolver os seus problemas concretos do cotidiano. Alguns aspectos deste uso da religiosidade são introduzidos na medida em que os problemas concretos são doenças relatadas ou metáfora como doença. O objetivo principal desta discussão é determinar como a diversidade de idiomas religiosos são articulados com a experiência de doença e em particular a doença mental.
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É uma crença comum de que todo mundo pertence a uma religião ou pelo menos respeita a religião no Brasil. Outro conceito comum na cultura brasileira é que " ser brasileiro é ser católico" e isso pode ser observado pelas estatísticas que apontam que 80% dos brasileiros se declaram católicos. Porém, apenas uma pequena proporção destes católicos (10%) se reconhecem como católicos praticantes. Uma porcentagem de 13 a 15 % da população se considera "evangélica", uma categoria que engloba todas as religiões protestantes. Entretanto, 70 % destes evangélicos são Pentecostais.
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O que a estatística em geral omite é que a maioria das pessoas, em particular aqueles que se consideram católicos não-praticantes, participam de outras religiões, especialmente o espiritismo mediúnico do tipo Kardecismo, Umbanda e Candomblé. Em contrapartida, a maioria das pessoas que participam de religiões espíritas afro-brasileiras em geral omitem suas preferências religiosas, e apenas se declaram como católicos não praticantes.
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Mesmo entre aqueles que se converteram aos cultos pentecostais, observo que estes indivíduos não renunciam completamente a sua crença religiosa prévia. Pelo menos 20 % dos crentes continuam a participar de rituais religiosos católicos e de outras religiões e 35 % dos novos seguidores abandonam as religiões Pentecostais após o primeiro mês de conversão, enquanto que outros 35% vão abandonar estes cultos após os primeiros anos de conversão.
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As pessoas que vivem em cidades costumam misturar práticas e crenças religiosas de origens diversas dependendo de suas condições concretas de vida. Suas identidades religiosas são marcadas pela pluralidade, o que leva uma pessoa a buscar o mercado livre de serviços religiosos de acordo com a função que atribui a cada um: " quando se precisa de dinheiro, procura-se um templo protestante; quando a questão é sentimental ou de saúde procura-se um centro espírita ou Umbanda e quando tudo vai bem procura-se a igreja católica.
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Tenho visto que dentro do contexto da periferia urbana brasileira, a migração religiosa é a norma e não a exceção: as pessoas aderem a diferentes grupos religiosos de forma sucessiva e simultânea também. Entretanto, considero esta situação muito mais complexa do que a perspectiva de uma mercado livre.
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Sofrimentos psicológicos ou emocionais agudos, ou angústia existencial são desafios a que as religiões se direcionam com a intenção de tornar a vida mais compreensível e auxiliar as pessoas a se orientarem dentro deste contexto. Entretanto o significado de cada religião alia a capacidade de servir, um indivíduo ou um grupo, como uma fonte de concepções distintas do mundo, do ser e das relações entre eles: ambos como um modelo da realidade e para a sua realidade.
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Os problemas de saúde consistem na dimensão mais significante de aflição que leva uma pessoa a procurar uma fonte de ajuda religiosa no Brasil; embora os problemas econômicos e sentimentais sejam também muito importantes. Alguns estudos sugerem que a doença pode mobilizar a procura de ajuda pela religião por causa das representações mágico-religiosas do corpo bastante difundidas no Brasil. .
Isto pode ilustrar o fato que embora um brasileiro fale em doença, tanto em relação à etiologia quanto aos recursos disponíveis, o indivíduo freqüentemente fará uma distinção entre doença material e doença espiritual. Por exemplo, seria ilógico considerar o "encosto" (causado por um espírito) ou "uma obsessão" (causada por um espírito obsessor) como doenças materiais. Aliás esta distinção é muito sutil.
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Entretanto a maioria das doenças possam ser classificadas nas duas categorias ou mudar de categoria segundo: a resposta diagnóstica e a terapia recebida (médico, ou líder religioso); a decisão da família em buscar ajuda com o especialista do corpo (médico, farmacêutico,etc) ou o especialista da alma (mãe de santo, líder protestante ou católico) e também há a decisão de buscar todos esses especialistas simultaneamente. Alguns estudos revelam que pessoas que sofrem de transtornos mentais podem procurar ajuda em fontes religiosas como parte de seus mecanismos de auto-ajuda já que o que vai curar estas pessoas é simplesmente sua vontade de ficar curado.
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Arraes
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DOIS MIL ANOS DE IGREJA
Pela História da Igreja podemos ver com clareza a sua transcendência e divindade. Nenhuma instituição humana sobreviveu a tantos golpes, perseguições, martírios e massacres durante 2000 mil anos;
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Eu acredito que vc esteja falando de uma igreja de um outro planeta, ou então vc não conhece nada de história. Se vc dissesse que o povo, cristãos ou não foram perseguidos até aí poderia até ler o resto de seu post, agora dizer que ela foi perseguida, sofreu golpes e massacres você literalmente pulou o Corguinho de marcha ré!
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A grande verdade e todos sabem disso parece que só mesmo você não sabia, é que a igreja desde sua instituição pelo Imperador Constantino, vem perseguindo, pilhando, massacrando, roubando, exercendo poder de império sobre as pessoas, impondo seus dogmas, proibindo o livre pensamento, queimando livros e dissidentes, promovendo luxurias internas enquanto proibia usuras externas.
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Arraes
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Constantino, cuja mãe se tornara cristã, Santa Helena, se converteu ao Cristianismo. No ano 313 ele assinava o edito de Milão, proibindo a perseguição aos cristãos, depois de três séculos de sangue.
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Constantino só se “converteu” por que precisava manter seu império, ou manter-se no poder, sua conversão foi apenas um jogo político com os bispos daquela época, tanto é que no mesmo Edito de Milão que institui e legaliza a igreja, ele também proíbe todo e qualquer outro tipo de culto, ou seja eu dou a igreja uma vida legal e a igreja em contrapartida me ajuda a manter o trono.
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Ah!!! E outra coisa, Santa Helena só conseguiu este título por ser mãe de Constantino pois de santa não tinha nada. “Nada melhor para a igreja do que ter um Imperador com uma mãe santa do seu lado”.
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Como eu disse, é apenas uma questão de ver as coisas como elas são, sem endeusamento ou santificação da história. E para ser sincero colega, o povo só conseguiu sobreviveu a essa igreja nesses dezessete séculos de sua existência formal por que ela precisava do povo para se afirmar como líder, como representante legal de Deus na terra, nem que fosse a ferro e fogo como foi.
Depois que desabou o Império Romano do ocidente, coube à Igreja o papel de mãe destes filhos abandonados nas mãos do bárbaros. S.Leão Magno, Papa e doutor da Igreja, enfrentou Átila, rei dos hunos, às portas de Roma, e impediu que este bárbaro, o "flagelo da História", destruísse Roma; o mesmo fez depois com Genserico. Aos poucos a Igreja foi cristianizando os bárbaros, até que o rei e a rainha do francos, Clovis e Clotilde, recebessem o batismo no ano 500. Era a entrada maciça dos bárbaros no cristianismo. Papel importantíssimo nesta conquista lenta e silenciosa coube aos monges e seus mosteiros espalhados em toda a Europa, especialmente os beneditinos, que preservaram a cultura do ocidente.
Mais adiante, no Natal do ano 800, na Catedral de Reims, na França, o rei franco Carlos Magno era coroado pelo Papa, e restabelecia-se o Império Romano, mas agora Sagrado. Os bárbaros se renderam à fé de Cristo. Isto foi possível graças aos milhares de envangelizadores que percorreram toda a Europa anunciando a salvação trazida por Jesus ao mundo: S. Patrício, S. Columbano, S. Bonifácio, e tantos outros gigantes da fé. E onde a semente do Evangelho ia sendo lançada, logo em seguida, em toda parte, era regada com o sangue dos mártires.
. Em toda a Idade Média imperou a marca do cristianismo na Europa. Aspirava-se e respirava-se a fé. Surgiram as Catedrais como a bela expressão da fé e do louvor a Deus; as Cruzadas ao Oriente no zelo de libertar a Terra Santa profanada; as Universidades cristãs, Bolonha, Sorbonne, Oxford, Cambridge, Salamanca, Coimbra, etc, todas fundadas pela Igreja de Cristo.
Mas a fé sempre esteve ameaçada; nos tempos modernos levantaram-se contra a Igreja as forças iluminismo deista, do materialismo, do comunismo, do nazismo, e todos eles fizeram milhares de mártires cristãos, especialmente neste triste século vinte que chega ao fim marcado por tantas ofensas ao Criador.
Stalin, o ditador soviético, responsável por cerca de 30 milhões de mortos, para desafiar a Igreja, perguntou quantas legiões de soldados tinha o Papa; é pena que não sobrevivesse para ver o que aconteceu com o comunismo e com o seu Muro de Berlim. Mas a Igreja continua como nunca, até o final da História, quando Cristo voltará para assumir a Sua Noiva. Será as Bodas definitivas e eternas do Cordeiro com a Sua Igreja.
Nenhuma Instituição humana nesses dois mil anos cuidou tanto da humanidade, fez e faz tanta caridade, espalhou e espalha tanto amor. Nunca uma Instituição cuidou tanto das ciências, das artes, da música, da arquitetura, do direito, da economia, da medicina, da astronomia, da matemática, etc.
Então, é de se perguntar: por que, voltam-se contra ela tantas forças tenebrosas, num laicismo anti-católico indisfarçável? Penso que seja porque ela continua pregando com coragem os Mandamentos do seu Senhor: não matar, não roubar, não prostituir, não voltar aos tempos de Sodoma e Gomorra... As trevas não suportam o brilho da Luz.
A resposta aos seus anseios
MARANATA!
“O SENHOR JESUS VEM!”
EM SUAS MÃOS, UM RECADO DE DEUS
(para você mesmo)
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A sua alma é imortal. Ela jamais morrerá. Mas ao separar-se de seu corpo, dois destinos haverá para ela: o CÉU (a eternidade com Deus - a felicidade eterna) ou a ETERNIDADE SEM DEUS (o sofrimento eterno). E há apenas uma pessoa neste mundo capaz de escolher o lugar para onde você irá VIVER eternamente. Você dirá que esta pessoa é Deus, mas Deus diz em Sua Palavra, a Bíblia Sagrada, que esta pessoa é você. SÓ VOCÊ PODE ESCOLHER OU DETERMINAR O DESTINO ETERNO DA SUA ALMA.
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Você poderá, se quiser, escolher AGORA, o CÉU, mas se achar que pode deixar o assunto para outra hora, já estará escolhida a eternidade sem Deus para você; se você morrer agora, irá para lá, para todo o sempre. Não morrendo agora, estará andando para a eternidade sem Deus.
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Dirão alguns: “Sou jovem e deixarei isto para depois.” Gostaria de dizer duas coisas: 1) Não precisa ser velho para estar próximo da eternidade. 2) As profecias da BÍBLIA dizem que JESUS voltará novamente; e estas profecias se cumprem nos nossos dias. Como estará a sua vida naquele dia? Pense nisto. Pois o único meio de alcançar esta benção é JESUS.
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"Eis que venho sem demora" Ap. 22:7
"Ttzueira
Eu pensei que só a fé fosse cega, os hinos também são delirantes, e no afã de se prestar caloroso louvor diz-se qualquer coisa que rime????"
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Primeiro, se a tua fé (sic) é cega, não podes afirmar pelos outros...
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e, segundo, existem hinos e hinos... não se pode esperar verdade de onde ela não existe...
Eu pensei que só a fé fosse cega, os hinos também são delirantes, e no afã de se prestar caloroso louvor diz-se qualquer coisa que rime????
LAGUMAS DAS VÁRIAS CONTRADIÇÕES EXPLÍCITA NA DITA PALAVRA
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1) Ancestrais de Jesus: Lucas e Mateus listam os ancestrais de Jesus para provar que ele era da família de David (e assim tinha direito ao trono de Israel). A lista de Lucas (3:23-38) vai até Adão (!!) enquanto a de Mateus (1:1-16) só até Abraão. As duas listas são diferentes. Já se contradizem até quanto ao avô de Jesus (Heli x Jacó). Claro que isto não tem nenhuma importância, pois José não é o pai de Jesus, já que José não "compareceu". A genealogia de Lucas (3:35-36) também diverge do Gênesis (11:12).
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2) O bom ladrão: Lucas (23:42-43) fala que um dos ladrões se arrependeu. Marcos (15:32) diz que os dois o insultavam.
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3) Conversão de Paulo: em Atos (9:7) os acompanhantes ouviram a voz mas não viram nada. Em Atos (22:9), eles viram a luz mas não ouviram nada.
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4) Violência: em alguns trechos, Jesus prega a paz, "dar a outra face" etc. Em Lucas 22:36-38, ele manda que vendam o que for preciso e comprem espadas. Em Mateus 10:34-35 ele diz que não veio trazer a paz mas a espada. E o que fazia Pedro, um simples pescador, com uma espada? E por que foi preciso enviar uma tropa de romanos para prender Jesus, se ele era um pacífico profeta rezando com alguns seguidores?
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5) Judas se enforcou? Sim, de acordo com Mateus 27:5. Segundo Atos 1:18, ele comprou um campo (ele, não os sacerdotes) mas caiu, se partiu no meio e suas entranhas se espalharam. Mas ele foi salvo, segundo Mateus 19:28, e estará sentado em um dos 12 tronos, presidindo a uma das 12 tribos de Israel, junto aos demais apóstolos.
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6) Subida aos céus: segundo Atos 1:3, Jesus ficou 40 dias na Terra depois de ressuscitar. Segundo Lucas 24:1-52, no mesmo dia em que ressuscitou, Jesus apareceu a 2 discípulos, depois aos apóstolos em Jerusalém e então subiu aos céus.
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7) Quem matou Golias? Segundo 1 Samuel 17:50 foi David. Segundo 2 Samuel 21:19 foi Adeodato (ou Elanan, em outra bíblia).
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8) Em 1 Crônicas 21:1, o diabo manda que David faça um censo do povo de Israel. Em 2 Samuel 24:1, é Deus quem manda.
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9) A que horas Jesus foi crucificado? Segundo Marcos 15:25, às nove da manhã. Segundo João 19:14-16, depois do meio-dia.
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10) A figueira que secou: em Mateus 21:19, Jesus faz uma figueira secar na mesma hora. Em Marcos 11:14-21, ela só seca mais tarde.
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11) Quem carregou a cruz? Segundo Marcos 15:20-24, Simão Cireneu. Segundo João 19:16-18, Jesus a carregou sozinho. Aliás, segundo textos que não foram incluídos na Bíblia, foi Simão Cireneu que morreu na cruz, enquanto Jesus olhava de longe. Os islamitas também acreditam nisto (Surata 4, versículo 157 do Alcorão).
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12) Jesus prometeu que alguns dos que o ouviam ainda estariam vivos quando ele voltasse, para dar a cada um segundo suas obras (Mateus 16:28)
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13) Deus não mente, segundo Números 23:19 e Hebreus 06:18. Deus mente e faz mentir, segundo Tessalonicenses 02:11 e 1 Reis 22:23
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14) Se Jesus dá testemunho de si mesmo seu testemunho é verdadeiro (João 08:14). Ou falso, segundo João 05:31. E ele invoca o Pai como testemunha válida, o que é um contra-senso, já que, antes de mais nada, ele teria que provar que era o Filho e que o Pai apareceria diante deles se convocado
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15) O túmulo de Jesus estava aberto (segundo Lucas 24:02) quando chegaram as mulheres (segundo Mateus 28:01, Marcos 16:01 e Lucas 24:10 que, aliás, citam mulheres diferentes, ou apenas Maria Madalena (João 20:01)). Estava fechado, segundo Mateus 08:01-02. E viram um jovem ou dois jovens ou um anjo ou dois anjos, que estavam dentro ou fora do túmulo, em pé ou sentados. Havia mais de um guarda (Mateus 28:04). Em João 20, Maria Madalena só viu os anjos (e soube da ressurreição) quando voltou com os discípulos. Nos outros evangelhos o(s) anjo(s) já estavam lá na primeira visita.
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MAIS CONTRADIÇÕES
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16) Maria Madalena reconheceu Jesus quando o encontrou pela primeira vez (Mateus 28:09). Não reconheceu (João 20:14)
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17) Jesus apareceu pela primeira vez aos discípulos numa montanha da Galiléia, que dista entre 100km e 160km de Jerusalém (Mateus 28:16-17). A dois deles, no campo, e a onze, quando comiam (Marcos 16:12-14). Aos discípulos, à noite (João 20:19)
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18) Jesus estava em Betânia quando se elevou aos céus (Lucas 24:50-51). No Monte das Oliveiras (Atos 01-09-12). Mateus e João não julgaram o fato importante o bastante para ser mencionado.
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19) Jesus apareceu primeiro a Maria Madalena (Marcos 16:09 e João 20:14). Maria Madalena e outra Maria (Mateus 28:09). Maria Madalena, Joana, e Maria, mãe de Tiago e outras (Lucas 24:10).
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20) A(s) mulher(es) conta(m) primeiro a Pedro e a outro discípulo (João 20:02). A ninguém (Marcos 16:08). Aos onze e aos outros (Lucas 24:09).
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21) Jesus não veio a este mundo para julgá-lo (João 12:47). Veio (João 09:39).
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22) Deus não se arrepende (Números 23:19 e 1 Samuel 15:29). Deus se arrepende (Jonas 03:10, 1 Samuel 15:11, Êxodo 32:14, Salmos 42:10, Gênesis 06:06, 1 Samuel 15:35).
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23) Ninguém jamais viu a face de Deus (João 01:18, 06:46 e 04:12). Muitos viram (Gênesis 32:30, Êxodo 24:09-10 e 33:11, Números 14:14, Jó 42:05, Deuteronômio 05:04 e 34:10, Salmos 63:02, Isaías 06:01-05, Amós 07:07-08 e Ezequiel 20:35)
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24) Jesus nunca mentiu ou foi grosseiro (1 Pedro 02:22 e Isaías 53:09). Mentiu aos discípulos (João 07:08-10). Condenou quem chamasse aos outros louco (Mateus 05:22) mas ele próprio usou esta palavra (Mateus 23:17-19 e Lucas 11:40). Disse que nenhum homem jamais subiu aos céus exceto aquele que veio dos céus e que lá está, o Filho do homem (João 03:13). Mas Elias foi levado aos céus numa carruagem de fogo (2 Reis 02:11). E se Jesus estava na terra e o Filho do homem nos céus, eles não são a mesma pessoa.
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25) Os profetas teriam dito que Jesus seria chamado o Nazareno (Mateus 02:23). Esta profecia não existe no Antigo Testamento. A cidade de Nazaré também só veio a existir séculos mais tarde. Os nazarenos eram uma seita e, junto com ebionitas e essênios, foram extintos pelos paulinistas, a quem hoje chamamos cristãos.
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26) A ira de Deus é eterna (Jeremias 17:04). Não é (Jeremias 03:12)
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27) Em Levítico 20:27 proíbe-se o contacto com os espíritos ( "O homem ou mulher que pratica a necromancia ou adivinhação, é réu de morte. Será apedrejado, e o seu sangue cairá sobre eles"). Mas em 1 Samuel 28:05-28, o rei Saul consulta uma necromante, que lhe faz aparecer o falecido profeta Samuel. Nada é dito contra os dois.
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28) Os mandamentos das primeiras tábuas da Lei, que Moisés quebrou (Êxodo 20), são diferentes dos das novas tábuas (Êxodo 34). E os 10 mandamentos da Igreja Católica são uma seleção das duas versões, sendo que, até a primeira metade do século XX, o sexto mandamento era "Não cometerás adultério" e não "Não pecarás contra a castidade". Na verdade, não são 10 os mandamentos, são centenas, indo de preceitos religiosos a detalhes sobre vestimentas, rituais e culinária.
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29) Em Ezequiel 26 se profetiza que a cidade de Tiro será completamente destruída por Nabucodonosor, coberta pelo mar e nunca mais será reconstruída ou encontrada. Em Ezequiel 29:18, entretanto, ele admite que Nabucodonosor fracassou. Na verdade, Nabucodonosor conquistou os arredores de Tiro mas não a ilha, sua parte central. Tiro foi finalmente conquistada por Alexandre o Grande mas não desapareceu. Foi reconstruída e existe até hoje. O mar não a cobriu, pelo contrário, hoje a ilha está ligada ao continente. Em Ezequiel 30 se profetiza que, em recompensa pelo esforço (inútil) com Tiro, o Egito seria dado a Nabucodonosor, que o destruiria. Isto também não ocorreu.
Clever
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Só gostaria de fazer uma pequena correção:
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"Regras de Fé de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias
8º Cremos ser a Bíblia a palavra de Deus, desde que esteja traduzida corretamente;"
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E eu que cheguei a pensar que a fé era algo espontâneo... Só agora estou sabendo que entre outras prerrogativas existem também regras para a fé.
NÃO DEVEMOS ORAR PELOS MORTOS
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Eclesiastes, 9
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1. Apliquei então meu espírito ao esclarecimento de tudo isso: os justos, os sábios e seus atos estão na mão de Deus. O homem ignora se isso será amor ou ódio. Tudo é possível.
2. Um mesmo destino para todos: há uma sorte idêntica para o justo e para o ímpio, para aquele que é bom como para aquele que é impuro, para o que oferece sacrifícios como para o que deles se abstém. O homem bom é tratado como o pecador e o perjuro como o que respeita seu juramento.
3. Entre tudo que se faz debaixo do sol, é uma desgraça só existir para todos um mesmo destino: por isso o espírito dos homens transborda de malícia, a loucura ocupa o coração deles durante a vida, depois da qual vão para a casa dos mortos.
4. Porque, enquanto um homem permanece entre os vivos, há esperança; mais vale um cão vivo que um leão morto.
5. Com efeito, os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem mais nada; para eles não há mais recompensa, porque sua lembrança está esquecida.
6.Amor, ódio, ciúme, tudo já pereceu; não terão mais parte alguma, para o futuro, no que se faz debaixo do sol.
7. Ora, pois, come alegremente teu pão e bebe contente teu vinho, porque Deus já apreciou teus trabalhos.
8.Traja sempre vestes brancas e haja sempre azeite (perfumado) em tua cabeça.
9. Desfruta da vida com a mulher que amas, durante todos os dias da fugitiva e vã existência que Deus te concede debaixo do sol. Esta é tua parte na vida, o prêmio do labor a que te entregas debaixo do sol.
10. Tudo que tua mão encontra para fazer, faze-o com todas as tuas faculdades, pois que na região dos mortos, para onde vais, não há mais trabalho, nem ciência, nem inteligência, nem sabedoria.
11. Nas minhas investigações debaixo do sol, vi ainda que a corrida não é para os ágeis, nem a batalha para os bravos, nem o pão para os prudentes, nem a riqueza para os inteligentes, nem o favor para os sábios: todos estão à mercê das circunstâncias e da sorte.
12. O homem não conhece sua própria hora: semelhantes aos peixes apanhados pela rede fatal, os passarinhos presos no laço, os homens são enlaçados na hora da calamidade que se arremessa sobre eles de súbito.
13. Vi também, debaixo do sol, este exemplo de uma sabedoria que me pareceu grande:
14. havia uma pequena cidade, pouco populosa, contra a qual veio um poderoso rei que a sitiou e construiu contra ela fortes trincheiras.
15. Ora, aí se encontrava um pobre homem, prudente, cuja sabedoria salvou a cidade; e ninguém se lembrou desse pobre homem.
16. Por isso eu disse: A sabedoria vale mais que a força; mas a sabedoria do pobre é desprezada e às suas palavras não se dão ouvidos.
17. As palavras calmas dos sábios são mais bem ouvidas que os gritos de um chefe entre insensatos.
18. A sabedoria vale mais que as máquinas de guerra; mas um só pecador pode causar a perda de muitos bens.
Fonte: Bíblia Ave Maria
A ORIGEM DA BÍBLIA
(Continuação)
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Os manuscritos
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Os manuscritos existentes podem ser divididos da seguinte maneira:
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1 – Manuscritos hebraicos do Antigo Testamento
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Os mais antigos têm data de 100-150 a.C e foram encontrados nas cavernas de Qumram no ano de 1947, os quais trouxeram valiosos testemunhos para os escritos bíblicos.
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2 – Manuscritos Gregos do Novo Testamento
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Os mais antigos têm data do terceiro século d.C.
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3 – Manuscritos Gregos do Antigo Testamento
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Conhecidos como a Septuaginta, ou a versão dos LXX foram traduzidos do hebraico por volta de 277 a.C. Também são datados do quarto século.
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4 – Antigas traduções da Bíblia – Em Siríaco, Latim, Alemão e outros idiomas de várias datas.
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Não se pode negar a dívida de gratidão que temos para com os judeus pelo extremo cuidado na preparação e preservação dos manuscritos do Antigo Testamento e pelas regras que eles exigiam de cada escriba, algumas das quais são: o pergaminho tinha de ser feito da pele de animais limpos; não somente as palavras, mas cada letra deveria ser contada e destruída logo em seguida e caso, a folha contivesse erro.
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Cada cópia deveria ser feita de um manuscrito autêntico e com tinta negra preparada de maneira especial. Pronunciavam cada palavra em voz alta antes de escrevê-la; em caso algum podiam escrever de memória. Os escribas precisavam limpar suas canetas antes de escrever o nome de Deus e banhar o corpo inteiro antes de escrever a palavra “Jeová”.
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Em vista deste cuidado extremo da parte dos judeus para preservar perfeitas as Escrituras Sagradas, podemos ter plena confiança de que Deus tem guardado Sua palavra Durant os séculos, desde 1500 a.C., quando Moisés escreveu as primeiras leis (ex 24.4) – até o último escrito de João (cerca de 100 d.C). Os manuscritos do Novo Testamento também foram copiados, com muito cuidado pelos cristãos dos primeiros séculos.
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A Bíblia possui quarenta escritores, entre os quais reis, príncipes, poetas, filósofos, profetas e estadistas. Oriundos de diversas classes sociais, alguns eram instruídos em todos os estudos da época, enquanto outros eram pescadores sem cultura. Apesar de possuir vários escritores de classes diferentes, instruções diferentes, de tempos diferentes ela não se contradiz em nenhum momento, pois havia um único cérebro comandando e inspirando seus escritores que foi Deus o único autor da Bíblia.
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As Escrituras Sagradas, como um todo, são verbalmente inspiradas por Deus, portanto infalíveis e única regra de fé e conduta do cristão na face da terra.
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Por maiores que sejam nossos conhecimentos intelectuais, científicos, filosóficos e históricos, a Bíblia está acima de todos, e nada a pode substituir.
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A inspiração divina é o que faz a diferenciação da Bíblia em relação aos demais livros: é o mais vendido, o mais lido, o mais traduzido, o mais antigo e, entretanto, o mais atual.
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A razão humana, a Igreja e a Palavra de Deus são os 3 tipos básicos de autoridade religiosa, nesses tempos modernos.
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Atualmente, a razão humana, talvez, tem se destacado como a principal forma de autoridade. Precisamos agir com razão e intelecto, mas quando isso digladia a autoridade da Palavra, torna-se racionalismo, e não podemos querer que nossa vida seja regida por autoridade racionalista humana, mas sim pelo próprio Deus.
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É claro que neste artigo não temos a pretensão de nos aprofundar na História da Bíblia nem em sua divisão dos seus 66 Livros. Sendo 39 do antigo testamento e 27 do Novo Testamento; sem contarmos é claro com os Livros Apócrifos (não canônicos), como por exemplo: Tobias, Judite, Livros de Macabeus. Nosso desejo é dar uma tênue idéia da sua Origem.
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Leitor, nunca esqueça! Se o texto bíblico foi escrito mediante a inspiração de Deus, a leitura de sua Palavra não pode ser um exercício mecânico e desinteressado.
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Fontes:
Instituto Betel de Ensino superior
Instituto Teológico Carisma
Ttzueira
A Bíblia têm sido interpretada pelos cristãos como a palavra de Deus, como a Verdade e como absolutamente infalível.
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Só gostaria de fazer uma pequena correção:
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"Regras de Fé de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias
8º Cremos ser a Bíblia a palavra de Deus, desde que esteja traduzida corretamente;"
A ORIGEM DA BÍBLIA
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A História
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Quando falamos da Bíblia, falamos de uma coleção de livros. A Bíblia é um conjunto de Escritos Sagrados, que chegou até nós atravessando séculos por meio do povo judeu e pelos cristãos zelosos.
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A Bíblia é a revelação de Deus à humanidade, é a vontade de Deus escrita, que contém o que o Senhor requer do homem, o que o homem precisa ser e fazer para chegar até o Criador.
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Está tudo revelado na Bíblia; o que o ser humano precisa é conhecê-la pela fé, pois seu tema central é a salvação mediante a fé em Jesus Cristo. Alguém disse certa vez: “A Bíblia é Deus falando ao homem. Deus falando através do homem, Deus falando como homem e Deus falando a favor do homem; mas é sempre Deus falando”.
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A palavra Bíblia passou por grandes mudanças ”Bíblos” era o nome de uma antiga cidade Fenícia, famosa pela exportação de papiros. Deste nome se originou a palavra “Biblíon” (livro) e mais tarde “TÁ BIBLÍA” (os livros). O plural grego que determinava o nome “Bíblia” transformou-se, no latim posterior, em nome feminino, singular, “Bíblia”, o livro. E com este sentido foi transmitido para todas as línguas modernas. Mas o conceito vem do hebraico “SeFARAIM”, empregado pela primeira vez em Dn 9.2 “...Eu Daniel, entendi pelos livros...”.
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Os judeus que falavam grego traduziram “TÁ BIBLÍA”, designando, com este termo, os livros canonizados como escritos sagrados do povo judeu. Depois foi a vez da Igreja, a qual chama, tanto o Novo quanto o Antigo Testamento, de “TÁ BIBLÍA”. O nome Bíblia foi aplicado às Escrituras, originalmente por João Crisóstomo, grande pregador e patriarca de Constantinopla (398-404 d.C).
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Em que material foram escritas?
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Tábuas de pedra: Inscrições ou textos eram entalhados em pedras ou rochas. Sua superfície mais lisa ou tosca poderia ser coberta com uma camada de emboço, antes de ser feita a inscrição, como acontecia no Egito e sobre altares de pedra. Tabletes de pedra eram utilizados para textos reais, comemorativos ou religiosos, ou ainda para cópias públicas de editos legais como, por exemplo, o Código de Hamurabi. Aparentemente mediam por volt de 45 cm de comprimento por 30 cm de largura e eram utilizados para registrar, por exemplo, os Dez Mandamentos (Êxodo 24.12). A palavra “tábua” provavelmente descreve a forma retangular e não o tipo de material utilizado.
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Papiro: É uma espécie de papel rudimentar, feito de folhas extraídas de uma planta originária do Rio Nilo, que tem o mesmo nome, e uma vez prensada servia como um tipo de papel. Mais tarde, esta técnica aprimorou-se e apareceram os rolos de papiro. Sua utilização não é mencionada diretamente no Antigo Testamento, embora seja comprovada sua utilização, desde o século XI a.C, na Fenícia, na Assíria e Babilônia desde o século VII a.C., e no Egito em todos os períodos. Entre os achados de 1947 nas cavernas de Qumram foram encontrados papiros pertencentes ao século II a.C.
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Pergaminho: É empregado na forma de rolo desde o século XVII a.C. Era feito de couro de animal curtido até ficar bem macio e era deixado numa espécie de cal para que ficasse branco, servindo como papel. Media uns 7 metros de comprimento. Quando colados ou costurados, chegavam a medir até 20 metros. Peles de cabras e ovelhas podiam ser facilmente obtidas pelos israelitas e o uso que faziam desse material, para cópias posteriores de textos bíblicos, comprova que já o usavam desde tempos remotos.
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O “livro”, no Antigo Testamento, tinha forma usual de rolo, feito de papiro ou pergaminho e o texto era escrito por dentro, podendo continuar no verso. Por volta do século II d.C., o rolo começou a ser substituído pelo códice, uma coleção de folhas de material de escrita dobradas e costuradas em uma extremidade, freqüentemente protegidas por capas. Este “caderno” de papiros ou pergaminhos era largamente usado nas comunidades cristãs para registrar textos do Antigo e Novo Testamentos.
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A Bíblia como escritura, aparece mais tarde na História, porém, como mensagem oral, é muito antiga. A oralidade é a forma de narrar ou contar algum feito, muito usada pelos israelitas nos primeiros séculos de sua existência como nação; a palavra era muito significativa e se tornara, posteriormente, o que hoje chamamos de livro.
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Continua...
Escripol
DEVEMOS ORAR PELOS MORTOS ??
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Depende do sentido que você queira dar a essa oração. Qualquer tipo de adoração feita aos mortos está contrária aos ensinamentos de Jesus Cristo e seus profetas e apóstolos. Porém, lemos que pessoas da época de Cristo se batizavam pelos mortos.
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A doutrina do Evangelho, conforme ensinada em essência pela Igreja Sud, nos mostra a imensidão do amor de Deus por Seus filhos, inclusive aqueles que morrreram e se encontram no Mundo Espiritual. Jesus foi e ensinou nesse mundo, e essa era a razão de pessoas vivas se batizarem por pessoas mortas.
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É bom lembrar que apenas o corpo físico está "morto", uma vez que o espírito do homem é eterno, e, quando separado do corpo físico, aguarda a ressurreição no mundo espiritual.
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Portanto, os "mortos" continuam sua existência, e "orar" para que eles aceitem Jesus Cristo no mundo espiritual é plenamente compatível com os ensinamentos de Jesus Cristo. "Doutra maneira, o que farão os que se batizam pelos mortos, se absolutamente os mortos não ressuscitam?" (I Coríntios 15 : 29) - (ver também I Pedro 3:19 e II Pedro 1:15)
A Bíblia têm sido interpretada pelos cristãos como a palavra de Deus, como a Verdade e como absolutamente infalível.
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É compreensível que ela seja interpretada assim, pois, de outro modo, se fosse um mero escrito feito por humanos sábios acerca de Deus, como poderíamos saber quais eram as partes que falavam verdadeiramente de Deus e qual parte o autor dizia algo errado? Por este mesmo motivo os cristãos aceitam que toda a Bíblia é verdadeira, que nada que consta nestas escrituras se trata de meros pensamentos mortais.
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Então o que aconteceria se fosse provado que uma parte, ou várias partes, deste mesmo livro é falsa? Ora, se fosse provado que uma parte é falsa, provavelmente existiriam outras igualmente falsas. Mas como poderíamos provar isso se não estávamos no momento que foram escritas, se não podemos comprovar se Jesus morreu mesmo na cruz? Simples: a Bíblia se contradiz inúmeras vezes.
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Este é apenas um de uma série de ensaios que trarão estas contradições à luz do dia. Agradeço àqueles que esclarecessem as contradições, pois, como estudioso da religião cristã – embora ateu – gosto de ver também o outro lado e prefiro enfrentar inimigos fortes, não simplesmente aqueles papagaios sem nenhum argumento. Mas por favor, não é pra escolher entre uma resposta das perguntas que encabeçam cada item, sim para esclarecer o as respostas contraditórias.
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1. DEVEMOS MATAR?
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Não?
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“Não matarás” Êxodo 20:13
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Ou às vezes Deus volta atrás no sua ordem e nos manda matar?
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"Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Castigarei a Amaleque pelo que fez a Israel...... Vai pois, agora e fere a Amaleque, destrói totalmente a tudo o que tiver; nada lhe poupes, porém matarás homem e mulher, meninos e crianças de peito, bois e ovelhas, camelos e jumentos... Então feriu Saul os amalequitas... Tomou vivo a Agague, rei dos amalequitas; porém a todo povo destruiu ao fio da espada." I Samuel 15: 2,3,7,8
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"Levou-o, pois, toda a congregação para fora do arraial, e o apedrejaram; e ele morreu, como o SENHOR ordenara a Moisés” Números 15:16
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2. COMO PODEMOS SER SALVOS?
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Pelas obras?
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"Verificais que uma pessoa é justificada por obras, e não por fé somente." Tiago 2: 24
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Ou pela fé?
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"Visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei...Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independente das obras da lei." Romanos 3: 20, 28
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Alguém poderia dizer que somos salvos pelos dois, mas no segundo trecho está claramente escrito que NINGUÉM será salvo pelas obras. Isso ocorre porque o primeiro texto foi escrito por Tiago, que acreditava que para os gentios serem salvos deveriam seguir os costumes e as leis que foram impostas aos judeus por Moisés no Sinai. Já o segundo trecho foi escrito por Paulo de Tarso, que era bem mais brando quando se tratava destas leis. Para ele os gentios não precisavam seguir as leis de Moisés, só precisavam acreditar que Jesus era seu Senhor. Nota-se aqui uma clara contradições de ideais humanos e não divinos.
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3. DEUS SE ARREPENDE?
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Não?
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"Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa.” Números 23:19
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Ou sim?
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“"Então se arrependeu o SENHOR do mal que dissera havia de fazer ao povo." Êxodo 32:14
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É comum os crentes dizerem que Deus se arrepende sim. Tudo bem, isso responde a pergunta, mas não esclarece a contradição, que de um lado diz que sim e de outro diz que não. Além do mais, um Deus que é perfeito nunca erra, por isso não tem o direito de se arrepender.
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4. SOMOS PUNIDOS PELOS PECADOS DE NOSSOS PAIS?
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Não?
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"...O filho não levará a iniqüidade do pai..." Ezequiel 18:20
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Ou sim?
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"Porque eu sou o SENHOR teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem." (repetido em Deuteronômio 5:9) Êxodo 20:5
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5. DEUS É BOM?
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“Deus é bom para todos..." Salmos 145:9
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Ou mal?
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"Eu formo a luz, e crio as trevas; faço a paz, e crio o mal; eu o SENHOR, faço todas estas cousas." Isaias 45:7
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6.QUANTOS ANJOS HAVIAM NO TÚMULO DE JESUS?
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Um?
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“Eis que houvera um grande terremoto, porque um anjo do Senhor, chegou removendo a pedra e sentou-se sobre ela” Mateus 28:2
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“E, entrando no sepulcro, viram um jovem assentado à direita, vestindo uma roupa comprida e branca; e ficaram espantadas.” Marcos 16:5
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Dois?
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“ E acharam a pedra do sepulcro removida...E aconteceu que, estando elas perplexas a esse respeito, eis que pararam junto delas dois varões com vestes resplandecente.” Lucas 24:2,4
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“e viu dois anjos vestidos de branco, assentados onde jazera o corpo de Jesus...” João 20:12
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Embora eu tenha posto apenas um ou dois exemplos de cada uma das contradições existem muito mais trechos que se contradizem sobre o mesmo tema. Existem poucas contradições a respeito da doutrina mas, em algumas partes parece que Deus esquece seus próprios mandamentos e pede para alguma pessoa – não todas – fazerem justamente o contrário.
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Deus não pode voltar atrás em uma decisão porque é perfeito e não pode dar a alguém um mandamento que não funcione em todas as ocasiões, seus mandamentos têm que ser válidos para todos os casos.
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Além das partes em que a Bíblia contradiz a si própria existem partes em que ela contradiz a lógica e o trivial, como dizer que o sol gira em torno da terra (Josué 10: 12-15), o que levou Galileu à prisão perpétua e Giordano Bruno a ser queimado vivo na fogueira – meus olhos se enchem de lágrimas, confesso, ao pensar na morte de Bruno.
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Creio que nem o mais fundamentalista dos crentes de hoje acredita que o sol gire em torno da terra – mas não tenho certeza de nada a respeito dos crentes. E em face disso quem duvidaria que foi um mero erro humano? E se tem um erro desse tipo, quem garante que não podem haver mais, inclusive Deus ou Cristo?
RosaDeSaron
Oi pessoal, já fazia muito tempo que eu nem lembrava deste concurso, mas na semana passada saiu uma mátéria dizendo que foram aprovadas criação de novas varas para as comarcas de MG. Na matéria dizia que na minha comarca serão mais 3, daí comecei a ter esperanças de ser nomeada ainda, pois o concurso foi prorrogado até janeiro de 2010. Eis minha dúvida, como fico sabendo quem foi o último chamado, para a comarca de Araxá? Eu fiz o concurso para oficial de apoio judicial.
