O que falavam em 2006, de que 2007 seria um ano em que surgiriam muitos concursos, não se concretizou.
Espero que 2008 seja melhor.
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Mentes Livres
Pela união dos funcionários da Chesf em torno do bem comumPrincipal Bem vindos, Chesfianos! Sementes Agenda Regras para postagem Não é a verdade que prevalece, mas boa parte dela
3 Setembro, 2008
Como não houve nenhuma outra opinião veiculada sobre o boletim sindical referente ao último ACT, passo minha visão do que nos foi apresentado como a verdade.
Inicialmente, questiono o ataque a companheiros que trabalharam em dia de paralisação, mesmo se posicionando a favor da greve. Só vejo duas explicações possíveis para esse julgamento: ou a razão foi esquecida e a emoção não deixou se analisar o que pôde ter levado um colega a agir dessa maneira ou foi questão de pura má fé; criar-se um fato para desviar o foco das atenções.
Imagine-se agora como um empregado que cumpre regime de turno. Desde ontem, você já sabia que estava escalado para trabalhar hoje à tarde. Acontece que pela manhã decidiu-se em assembléia pela greve. Será condenável que você se dirija para o seu compromisso, explique a nova situação e volte para a mobilização na mesma tarde?
Outra importante questão que teima em ser desmentida é a atitude de uma parte dos sindicatos, excetuando-se o do Ceará e Piauí, frente à diretoria da empresa no último dia de negociação no CDSH. Não tiro o direito dos sindicatos de terem a sua posição e defendê-la, acreditando que não há mais como a empresa avançar. O problema é a maneira como o processo se deu. Não há como conceber que um ponto tido como inegociável por todos os representantes dos empregados na mesa (Cláusula 34 - Garantia dos benefícios adquiridos) seja derrubado após o primeiro “não” da diretoria à nossa contraproposta, sem nenhuma resistência. O que era inegociável em um expediente passou a ser posição sindical para ser levada à assembléia no outro.
Na mesa de negociação, os textos das pautas nacional e específica foram lidos e também apresentados em data show. Todos, sindicatos e empresa, concordaram que eram diferentes em teor. Alguns dias depois, pessoas do sindicato e que apoiavam a posição do mesmo imprimiram uma folha com os dois textos contendo o mesmo teor para convencer que eles eram iguais (eles eram no início das discussões da campanha, meses atrás).
Pessoal, a decisão de um grupo em se posicionar de uma forma ou de outra é livre. O que não o deve ser é a omissão de informações ou a opção de não dar margem para que os representados possam analisar a situação. O sindicato somos nós, mas não apenas no discurso! Não importa se alguns acreditam no atual governo e que as novas mudanças na Eletrobrás melhorarão a vida de todos. Ninguém tem o direito de tirar a liberdade de escolha de ninguém. Mesmo que estes prometam colocar as mãos no fogo pelo que acreditam, a possibilidade de um futuro com alguns mutilados a mais é possível, sem contar nas centenas de empregados desiludidos que podem surgir como conseqüência dessa decisão.
Algumas vezes, talvez os fins justifiquem os meios. Mas nunca quando estes vão contra os próprios fins. Não posso querer a paz promovendo a guerra. Pela mesma lógica, como posso pregar a democracia se quero decidir por todos? Um verdadeiro cidadão se define não só pelo que faz, mas como o faz e com que valores.
Se houve ou não o bode, se é de uma lado ou de outro que existem interesses partidários…quem pode provar? O fato é que quem deve decidir se há ou não motivo de greve são os chesfianos. Nós é que sobrevivemos com o salário e benefícios praticados pela empresa. Recuar de pleitos resultantes de meses de coleta das solicitações dos chesfianos sem antes lhes dar a chance de escolha mostra, no mínimo, descaso e imprudência.
Que cada um analise a situação pela sua percepção particular. Afinal, quem pode se declarar detentor de toda a verdade? Com certeza, parte dela está na seguinte frase: “Criamos nossa própria verdade”. Mas para que ela seja mais plena é fundamental o respeito à nossa liberdade.
Sem Comentários » | ACT 2008/2009 | Permalink
Publicado por Cláudio Avellar
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No
tícias da reunião com o DE
1 Agosto, 2008
Hoje, entre 09:30 e 13h, ocorreu uma apresentação da Diretoria de Engenharia e Construção no auditório do CDSH intitulada “Conquistas e Desafios da Expansão da Chesf”.
De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
O diretor falou que certamente haveria mudanças boas e ruins. Sobre a isonomia salarial mostrou que não haveria sentido em se ter na mesma empresa engenheiros ganhando diferentes salários. Nesse contexto de concorrências internacionais, a organização da participação passa por informar questões como o homem/hora das empresas. Portanto, sendo esse o propósito da empresa, não poderia existir tal variação. Outra questão relevante é a maior disciplina das empresas do grupo. Hoje algumas empresas agem sem muito controle da holding com uma autonomia ampliada em relaçã
3 Setembro, 2008
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Como não houve nenhuma outra opinião veiculada sobre o boletim sindical referente ao último ACT, passo minha visão do que nos foi apresentado como a verdade.
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Inicialmente, questiono o ataque a companheiros que trabalharam em dia de paralisação, mesmo se posicionando a favor da greve. Só vejo duas explicações possíveis para esse julgamento: ou a razão foi esquecida e a emoção não deixou se analisar o que pôde ter levado um colega a agir dessa maneira ou foi questão de pura má fé; criar-se um fato para desviar o foco das atenções.
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Imagine-se agora como um empregado que cumpre regime de turno. Desde ontem, você já sabia que estava escalado para trabalhar hoje à tarde. Acontece que pela manhã decidiu-se em assembléia pela greve. Será condenável que você se dirija para o seu compromisso, explique a nova situação e volte para a mobilização na mesma tarde?
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Outra importante questão que teima em ser desmentida é a atitude de uma parte dos sindicatos, excetuando-se o do Ceará e Piauí, frente à diretoria da empresa no último dia de negociação no CDSH. Não tiro o direito dos sindicatos de terem a sua posição e defendê-la, acreditando que não há mais como a empresa avançar. O problema é a maneira como o processo se deu. Não há como conceber que um ponto tido como inegociável por todos os representantes dos empregados na mesa (Cláusula 34 - Garantia dos benefícios adquiridos) seja derrubado após o primeiro “não” da diretoria à nossa contraproposta, sem nenhuma resistência. O que era inegociável em um expediente passou a ser posição sindical para ser levada à assembléia no outro.
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Na mesa de negociação, os textos das pautas nacional e específica foram lidos e também apresentados em data show. Todos, sindicatos e empresa, concordaram que eram diferentes em teor. Alguns dias depois, pessoas do sindicato e que apoiavam a posição do mesmo imprimiram uma folha com os dois textos contendo o mesmo teor para convencer que eles eram iguais (eles eram no início das discussões da campanha, meses atrás).
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Pessoal, a decisão de um grupo em se posicionar de uma forma ou de outra é livre. O que não o deve ser é a omissão de informações ou a opção de não dar margem para que os representados possam analisar a situação. O sindicato somos nós, mas não apenas no discurso! Não importa se alguns acreditam no atual governo e que as novas mudanças na Eletrobrás melhorarão a vida de todos. Ninguém tem o direito de tirar a liberdade de escolha de ninguém. Mesmo que estes prometam colocar as mãos no fogo pelo que acreditam, a possibilidade de um futuro com alguns mutilados a mais é possível, sem contar nas centenas de empregados desiludidos que podem surgir como conseqüência dessa decisão.
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Algumas vezes, talvez os fins justifiquem os meios. Mas nunca quando estes vão contra os próprios fins. Não posso querer a paz promovendo a guerra. Pela mesma lógica, como posso pregar a democracia se quero decidir por todos? Um verdadeiro cidadão se define não só pelo que faz, mas como o faz e com que valores.
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Se houve ou não o bode, se é de uma lado ou de outro que existem interesses partidários…quem pode provar? O fato é que quem deve decidir se há ou não motivo de greve são os chesfianos. Nós é que sobrevivemos com o salário e benefícios praticados pela empresa. Recuar de pleitos resultantes de meses de coleta das solicitações dos chesfianos sem antes lhes dar a chance de escolha mostra, no mínimo, descaso e imprudência.
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Que cada um analise a situação pela sua percepção particular. Afinal, quem pode se declarar detentor de toda a verdade? Com certeza, parte dela está na seguinte frase: “Criamos nossa própria verdade”. Mas para que ela seja mais plena é fundamental o respeito à nossa liberdade.
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Hoje, entre 09:30 e 13h, ocorreu uma apresentação da Diretoria de Engenharia e Construção no auditório do CDSH intitulada “Conquistas e Desafios da Expansão da Chesf”.
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De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
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No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
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Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
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Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
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O diretor falou que certamente haveria mudanças boas e ruins. Sobre a isonomia salarial mostrou que não haveria sentido em se ter na mesma empresa engenheiros ganhando diferentes salários. Nesse contexto de concorrências internacionais, a organização da participação passa por informar questões como o homem/hora das empresas. Portanto, sendo esse o propósito da empresa, não poderia existir tal variação. Outra questão relevante é a maior disciplina das empresas do grupo. Hoje algumas empresas agem sem muito controle da holding com uma autonomia ampliada em relaç
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Pela união dos funcionários da Chesf em torno do bem comumPrincipal Bem vindos, Chesfianos! Sementes Agenda Regras para postagem Não é a verdade que prevalece, mas boa parte dela
3 Setembro, 2008
Como não houve nenhuma outra opinião veiculada sobre o boletim sindical referente ao último ACT, passo minha visão do que nos foi apresentado como a verdade.
Inicialmente, questiono o ataque a companheiros que trabalharam em dia de paralisação, mesmo se posicionando a favor da greve. Só vejo duas explicações possíveis para esse julgamento: ou a razão foi esquecida e a emoção não deixou se analisar o que pôde ter levado um colega a agir dessa maneira ou foi questão de pura má fé; criar-se um fato para desviar o foco das atenções.
Imagine-se agora como um empregado que cumpre regime de turno. Desde ontem, você já sabia que estava escalado para trabalhar hoje à tarde. Acontece que pela manhã decidiu-se em assembléia pela greve. Será condenável que você se dirija para o seu compromisso, explique a nova situação e volte para a mobilização na mesma tarde?
Outra importante questão que teima em ser desmentida é a atitude de uma parte dos sindicatos, excetuando-se o do Ceará e Piauí, frente à diretoria da empresa no último dia de negociação no CDSH. Não tiro o direito dos sindicatos de terem a sua posição e defendê-la, acreditando que não há mais como a empresa avançar. O problema é a maneira como o processo se deu. Não há como conceber que um ponto tido como inegociável por todos os representantes dos empregados na mesa (Cláusula 34 - Garantia dos benefícios adquiridos) seja derrubado após o primeiro “não” da diretoria à nossa contraproposta, sem nenhuma resistência. O que era inegociável em um expediente passou a ser posição sindical para ser levada à assembléia no outro.
Na mesa de negociação, os textos das pautas nacional e específica foram lidos e também apresentados em data show. Todos, sindicatos e empresa, concordaram que eram diferentes em teor. Alguns dias depois, pessoas do sindicato e que apoiavam a posição do mesmo imprimiram uma folha com os dois textos contendo o mesmo teor para convencer que eles eram iguais (eles eram no início das discussões da campanha, meses atrás).
Pessoal, a decisão de um grupo em se posicionar de uma forma ou de outra é livre. O que não o deve ser é a omissão de informações ou a opção de não dar margem para que os representados possam analisar a situação. O sindicato somos nós, mas não apenas no discurso! Não importa se alguns acreditam no atual governo e que as novas mudanças na Eletrobrás melhorarão a vida de todos. Ninguém tem o direito de tirar a liberdade de escolha de ninguém. Mesmo que estes prometam colocar as mãos no fogo pelo que acreditam, a possibilidade de um futuro com alguns mutilados a mais é possível, sem contar nas centenas de empregados desiludidos que podem surgir como conseqüência dessa decisão.
Algumas vezes, talvez os fins justifiquem os meios. Mas nunca quando estes vão contra os próprios fins. Não posso querer a paz promovendo a guerra. Pela mesma lógica, como posso pregar a democracia se quero decidir por todos? Um verdadeiro cidadão se define não só pelo que faz, mas como o faz e com que valores.
Se houve ou não o bode, se é de uma lado ou de outro que existem interesses partidários…quem pode provar? O fato é que quem deve decidir se há ou não motivo de greve são os chesfianos. Nós é que sobrevivemos com o salário e benefícios praticados pela empresa. Recuar de pleitos resultantes de meses de coleta das solicitações dos chesfianos sem antes lhes dar a chance de escolha mostra, no mínimo, descaso e imprudência.
Que cada um analise a situação pela sua percepção particular. Afinal, quem pode se declarar detentor de toda a verdade? Com certeza, parte dela está na seguinte frase: “Criamos nossa própria verdade”. Mas para que ela seja mais plena é fundamental o respeito à nossa liberdade.
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Hoje, entre 09:30 e 13h, ocorreu uma apresentação da Diretoria de Engenharia e Construção no auditório do CDSH intitulada “Conquistas e Desafios da Expansão da Chesf”.
De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
O diretor falou que certamente haveria mudanças boas e ruins. Sobre a isonomia salarial mostrou que não haveria sentido em se ter na mesma empresa engenheiros ganhando diferentes salários. Nesse contexto de concorrências internacionais, a organização da participação passa por informar questões como o homem/hora das empresas. Portanto, sendo esse o propósito da empresa, não poderia existir tal variação. Outra questão relevante é a maior disciplina das empresas do grupo. Hoje algumas empresas agem sem muito controle da holding com uma autonomia ampliada em relaçã
Concusos 2008
Como não houve nenhuma outra opinião veiculada sobre o boletim sindical referente ao último ACT, passo minha visão do que nos foi apresentado como a verdade.
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Inicialmente, questiono o ataque a companheiros que trabalharam em dia de paralisação, mesmo se posicionando a favor da greve. Só vejo duas explicações possíveis para esse julgamento: ou a razão foi esquecida e a emoção não deixou se analisar o que pôde ter levado um colega a agir dessa maneira ou foi questão de pura má fé; criar-se um fato para desviar o foco das atenções.
Imagine-se agora como um empregado que cumpre regime de turno. Desde ontem, você já sabia que estava escalado para trabalhar hoje à tarde. Acontece que pela manhã decidiu-se em assembléia pela greve. Será condenável que você se dirija para o seu compromisso, explique a nova situação e volte para a mobilização na mesma tarde?
Outra importante questão que teima em ser desmentida é a atitude de uma parte dos sindicatos, excetuando-se o do Ceará e Piauí, frente à diretoria da empresa no último dia de negociação no CDSH. Não tiro o direito dos sindicatos de terem a sua posição e defendê-la, acreditando que não há mais como a empresa avançar. O problema é a maneira como o processo se deu. Não há como conceber que um ponto tido como inegociável por todos os representantes dos empregados na mesa (Cláusula 34 - Garantia dos benefícios adquiridos) seja derrubado após o primeiro “não” da diretoria à nossa contraproposta, sem nenhuma resistência. O que era inegociável em um expediente passou a ser posição sindical para ser levada à assembléia no outro.
Na mesa de negociação, os textos das pautas nacional e específica foram lidos e também apresentados em data show. Todos, sindicatos e empresa, concordaram que eram diferentes em teor. Alguns dias depois, pessoas do sindicato e que apoiavam a posição do mesmo imprimiram uma folha com os dois textos contendo o mesmo teor para convencer que eles eram iguais (eles eram no início das discussões da campanha, meses atrás).
Pessoal, a decisão de um grupo em se posicionar de uma forma ou de outra é livre. O que não o deve ser é a omissão de informações ou a opção de não dar margem para que os representados possam analisar a situação. O sindicato somos nós, mas não apenas no discurso! Não importa se alguns acreditam no atual governo e que as novas mudanças na Eletrobrás melhorarão a vida de todos. Ninguém tem o direito de tirar a liberdade de escolha de ninguém. Mesmo que estes prometam colocar as mãos no fogo pelo que acreditam, a possibilidade de um futuro com alguns mutilados a mais é possível, sem contar nas centenas de empregados desiludidos que podem surgir como conseqüência dessa decisão.
Algumas vezes, talvez os fins justifiquem os meios. Mas nunca quando estes vão contra os próprios fins. Não posso querer a paz promovendo a guerra. Pela mesma lógica, como posso pregar a democracia se quero decidir por todos? Um verdadeiro cidadão se define não só pelo que faz, mas como o faz e com que valores.
Se houve ou não o bode, se é de uma lado ou de outro que existem interesses partidários…quem pode provar? O fato é que quem deve decidir se há ou não motivo de greve são os chesfianos. Nós é que sobrevivemos com o salário e benefícios praticados pela empresa. Recuar de pleitos resultantes de meses de coleta das solicitações dos chesfianos sem antes lhes dar a chance de escolha mostra, no mínimo, descaso e imprudência.
Que cada um analise a situação pela sua percepção particular. Afinal, quem pode se declarar detentor de toda a verdade? Com certeza, parte dela está na seguinte frase: “Criamos nossa própria verdade”. Mas para que ela seja mais plena é fundamental o respeito à nossa liberdade.
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De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
O diretor falou que certamente haveria mudanças boas e ruins. Sobre a isonomia salarial mostrou que não haveria sentido em se ter na mesma empresa engenheiros ganhando diferentes salários. Nesse contexto de concorrências internacionais, a organização da participação passa por informar questões como o homem/hora das empresas. Portanto, sendo esse o propósito da empresa, não poderia existir tal variação. Outra questão relevante é a maior disciplina das empresas do grupo. Hoje algumas empresas agem sem muito controle da holding com uma autonomia ampliada em relação às outras empresas do grupo. Com a nova Eletrobrás o controle será maior, haverá mais disciplina entre as empresas estatais e menos desvios.
O governo não abriu tudo, informou. O risco da Eletrobrás centralizar muito dos processos existe, porém is
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Como não houve nenhuma outra opinião veiculada sobre o boletim sindical referente ao último ACT, passo minha visão do que nos foi apresentado como a verdade.
Inicialmente, questiono o ataque a companheiros que trabalharam em dia de paralisação, mesmo se posicionando a favor da greve. Só vejo duas explicações possíveis para esse julgamento: ou a razão foi esquecida e a emoção não deixou se analisar o que pôde ter levado um colega a agir dessa maneira ou foi questão de pura má fé; criar-se um fato para desviar o foco das atenções.
Imagine-se agora como um empregado que cumpre regime de turno. Desde ontem, você já sabia que estava escalado para trabalhar hoje à tarde. Acontece que pela manhã decidiu-se em assembléia pela greve. Será condenável que você se dirija para o seu compromisso, explique a nova situação e volte para a mobilização na mesma tarde?
Outra importante questão que teima em ser desmentida é a atitude de uma parte dos sindicatos, excetuando-se o do Ceará e Piauí, frente à diretoria da empresa no último dia de negociação no CDSH. Não tiro o direito dos sindicatos de terem a sua posição e defendê-la, acreditando que não há mais como a empresa avançar. O problema é a maneira como o processo se deu. Não há como conceber que um ponto tido como inegociável por todos os representantes dos empregados na mesa (Cláusula 34 - Garantia dos benefícios adquiridos) seja derrubado após o primeiro “não” da diretoria à nossa contraproposta, sem nenhuma resistência. O que era inegociável em um expediente passou a ser posição sindical para ser levada à assembléia no outro.
Na mesa de negociação, os textos das pautas nacional e específica foram lidos e também apresentados em data show. Todos, sindicatos e empresa, concordaram que eram diferentes em teor. Alguns dias depois, pessoas do sindicato e que apoiavam a posição do mesmo imprimiram uma folha com os dois textos contendo o mesmo teor para convencer que eles eram iguais (eles eram no início das discussões da campanha, meses atrás).
Pessoal, a decisão de um grupo em se posicionar de uma forma ou de outra é livre. O que não o deve ser é a omissão de informações ou a opção de não dar margem para que os representados possam analisar a situação. O sindicato somos nós, mas não apenas no discurso! Não importa se alguns acreditam no atual governo e que as novas mudanças na Eletrobrás melhorarão a vida de todos. Ninguém tem o direito de tirar a liberdade de escolha de ninguém. Mesmo que estes prometam colocar as mãos no fogo pelo que acreditam, a possibilidade de um futuro com alguns mutilados a mais é possível, sem contar nas centenas de empregados desiludidos que podem surgir como conseqüência dessa decisão.
Algumas vezes, talvez os fins justifiquem os meios. Mas nunca quando estes vão contra os próprios fins. Não posso querer a paz promovendo a guerra. Pela mesma lógica, como posso pregar a democracia se quero decidir por todos? Um verdadeiro cidadão se define não só pelo que faz, mas como o faz e com que valores.
Se houve ou não o bode, se é de uma lado ou de outro que existem interesses partidários…quem pode provar? O fato é que quem deve decidir se há ou não motivo de greve são os chesfianos. Nós é que sobrevivemos com o salário e benefícios praticados pela empresa. Recuar de pleitos resultantes de meses de coleta das solicitações dos chesfianos sem antes lhes dar a chance de escolha mostra, no mínimo, descaso e imprudência.
Que cada um analise a situação pela sua percepção particular. Afinal, quem pode se declarar detentor de toda a verdade? Com certeza, parte dela está na seguinte frase: “Criamos nossa própria verdade”. Mas para que ela seja mais plena é fundamental o respeito à nossa liberdade.
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Hoje, entre 09:30 e 13h, ocorreu uma apresentação da Diretoria de Engenharia e Construção no auditório do CDSH intitulada “Conquistas e Desafios da Expansão da Chesf”.
De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
O diretor falou que certamente haveria mudanças boas e ruins. Sobre a isonomia salarial mostrou que não haveria sentido em se ter na mesma empresa engenheiros ganhando diferentes salários. Nesse contexto de concorrências internacionais, a organização da participação passa por informar questões como o homem/hora das empresas. Portanto, sendo esse o propósito da empresa, não poderia existir tal variação. Outra questão relevante é a maior disciplina das empresas do grupo. Hoje algumas empresas agem sem muito controle da holding com uma autonomia ampliada em relaçã
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Pela união dos funcionários da Chesf em torno do bem comumPrincipal Bem vindos, Chesfianos! Sementes Agenda Regras para postagem Não é a verdade que prevalece, mas boa parte dela
3 Setembro, 2008
Como não houve nenhuma outra opinião veiculada sobre o boletim sindical referente ao último ACT, passo minha visão do que nos foi apresentado como a verdade.
Inicialmente, questiono o ataque a companheiros que trabalharam em dia de paralisação, mesmo se posicionando a favor da greve. Só vejo duas explicações possíveis para esse julgamento: ou a razão foi esquecida e a emoção não deixou se analisar o que pôde ter levado um colega a agir dessa maneira ou foi questão de pura má fé; criar-se um fato para desviar o foco das atenções.
Imagine-se agora como um empregado que cumpre regime de turno. Desde ontem, você já sabia que estava escalado para trabalhar hoje à tarde. Acontece que pela manhã decidiu-se em assembléia pela greve. Será condenável que você se dirija para o seu compromisso, explique a nova situação e volte para a mobilização na mesma tarde?
Outra importante questão que teima em ser desmentida é a atitude de uma parte dos sindicatos, excetuando-se o do Ceará e Piauí, frente à diretoria da empresa no último dia de negociação no CDSH. Não tiro o direito dos sindicatos de terem a sua posição e defendê-la, acreditando que não há mais como a empresa avançar. O problema é a maneira como o processo se deu. Não há como conceber que um ponto tido como inegociável por todos os representantes dos empregados na mesa (Cláusula 34 - Garantia dos benefícios adquiridos) seja derrubado após o primeiro “não” da diretoria à nossa contraproposta, sem nenhuma resistência. O que era inegociável em um expediente passou a ser posição sindical para ser levada à assembléia no outro.
Na mesa de negociação, os textos das pautas nacional e específica foram lidos e também apresentados em data show. Todos, sindicatos e empresa, concordaram que eram diferentes em teor. Alguns dias depois, pessoas do sindicato e que apoiavam a posição do mesmo imprimiram uma folha com os dois textos contendo o mesmo teor para convencer que eles eram iguais (eles eram no início das discussões da campanha, meses atrás).
Pessoal, a decisão de um grupo em se posicionar de uma forma ou de outra é livre. O que não o deve ser é a omissão de informações ou a opção de não dar margem para que os representados possam analisar a situação. O sindicato somos nós, mas não apenas no discurso! Não importa se alguns acreditam no atual governo e que as novas mudanças na Eletrobrás melhorarão a vida de todos. Ninguém tem o direito de tirar a liberdade de escolha de ninguém. Mesmo que estes prometam colocar as mãos no fogo pelo que acreditam, a possibilidade de um futuro com alguns mutilados a mais é possível, sem contar nas centenas de empregados desiludidos que podem surgir como conseqüência dessa decisão.
Algumas vezes, talvez os fins justifiquem os meios. Mas nunca quando estes vão contra os próprios fins. Não posso querer a paz promovendo a guerra. Pela mesma lógica, como posso pregar a democracia se quero decidir por todos? Um verdadeiro cidadão se define não só pelo que faz, mas como o faz e com que valores.
Se houve ou não o bode, se é de uma lado ou de outro que existem interesses partidários…quem pode provar? O fato é que quem deve decidir se há ou não motivo de greve são os chesfianos. Nós é que sobrevivemos com o salário e benefícios praticados pela empresa. Recuar de pleitos resultantes de meses de coleta das solicitações dos chesfianos sem antes lhes dar a chance de escolha mostra, no mínimo, descaso e imprudência.
Que cada um analise a situação pela sua percepção particular. Afinal, quem pode se declarar detentor de toda a verdade? Com certeza, parte dela está na seguinte frase: “Criamos nossa própria verdade”. Mas para que ela seja mais plena é fundamental o respeito à nossa liberdade.
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1 Agosto, 2008
Hoje, entre 09:30 e 13h, ocorreu uma apresentação da Diretoria de Engenharia e Construção no auditório do CDSH intitulada “Conquistas e Desafios da Expansão da Chesf”.
De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
O diretor falou que certamente haveria mudanças boas e ruins. Sobre a isonomia salarial mostrou que não haveria sentido em se ter na mesma empresa engenheiros ganhando diferentes salários. Nesse contexto de concorrências internacionais, a organização da participação passa por informar questões como o homem/hora das empresas. Portanto, sendo esse o propósito da empresa, não poderia existir tal variação. Outra questão relevante é a maior disciplina das empresas do grupo. Hoje algumas empresas agem sem muito controle da holding com uma autonomia ampliada em relaçã
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Pela união dos funcionários da Chesf em torno do bem comumPrincipal Bem vindos, Chesfianos! Sementes Agenda Regras para postagem Não é a verdade que prevalece, mas boa parte dela
3 Setembro, 2008
Como não houve nenhuma outra opinião veiculada sobre o boletim sindical referente ao último ACT, passo minha visão do que nos foi apresentado como a verdade.
Inicialmente, questiono o ataque a companheiros que trabalharam em dia de paralisação, mesmo se posicionando a favor da greve. Só vejo duas explicações possíveis para esse julgamento: ou a razão foi esquecida e a emoção não deixou se analisar o que pôde ter levado um colega a agir dessa maneira ou foi questão de pura má fé; criar-se um fato para desviar o foco das atenções.
Imagine-se agora como um empregado que cumpre regime de turno. Desde ontem, você já sabia que estava escalado para trabalhar hoje à tarde. Acontece que pela manhã decidiu-se em assembléia pela greve. Será condenável que você se dirija para o seu compromisso, explique a nova situação e volte para a mobilização na mesma tarde?
Outra importante questão que teima em ser desmentida é a atitude de uma parte dos sindicatos, excetuando-se o do Ceará e Piauí, frente à diretoria da empresa no último dia de negociação no CDSH. Não tiro o direito dos sindicatos de terem a sua posição e defendê-la, acreditando que não há mais como a empresa avançar. O problema é a maneira como o processo se deu. Não há como conceber que um ponto tido como inegociável por todos os representantes dos empregados na mesa (Cláusula 34 - Garantia dos benefícios adquiridos) seja derrubado após o primeiro “não” da diretoria à nossa contraproposta, sem nenhuma resistência. O que era inegociável em um expediente passou a ser posição sindical para ser levada à assembléia no outro.
Na mesa de negociação, os textos das pautas nacional e específica foram lidos e também apresentados em data show. Todos, sindicatos e empresa, concordaram que eram diferentes em teor. Alguns dias depois, pessoas do sindicato e que apoiavam a posição do mesmo imprimiram uma folha com os dois textos contendo o mesmo teor para convencer que eles eram iguais (eles eram no início das discussões da campanha, meses atrás).
Pessoal, a decisão de um grupo em se posicionar de uma forma ou de outra é livre. O que não o deve ser é a omissão de informações ou a opção de não dar margem para que os representados possam analisar a situação. O sindicato somos nós, mas não apenas no discurso! Não importa se alguns acreditam no atual governo e que as novas mudanças na Eletrobrás melhorarão a vida de todos. Ninguém tem o direito de tirar a liberdade de escolha de ninguém. Mesmo que estes prometam colocar as mãos no fogo pelo que acreditam, a possibilidade de um futuro com alguns mutilados a mais é possível, sem contar nas centenas de empregados desiludidos que podem surgir como conseqüência dessa decisão.
Algumas vezes, talvez os fins justifiquem os meios. Mas nunca quando estes vão contra os próprios fins. Não posso querer a paz promovendo a guerra. Pela mesma lógica, como posso pregar a democracia se quero decidir por todos? Um verdadeiro cidadão se define não só pelo que faz, mas como o faz e com que valores.
Se houve ou não o bode, se é de uma lado ou de outro que existem interesses partidários…quem pode provar? O fato é que quem deve decidir se há ou não motivo de greve são os chesfianos. Nós é que sobrevivemos com o salário e benefícios praticados pela empresa. Recuar de pleitos resultantes de meses de coleta das solicitações dos chesfianos sem antes lhes dar a chance de escolha mostra, no mínimo, descaso e imprudência.
Que cada um analise a situação pela sua percepção particular. Afinal, quem pode se declarar detentor de toda a verdade? Com certeza, parte dela está na seguinte frase: “Criamos nossa própria verdade”. Mas para que ela seja mais plena é fundamental o respeito à nossa liberdade.
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Publicado por Cláudio Avellar
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No
tícias da reunião com o DE
1 Agosto, 2008
Hoje, entre 09:30 e 13h, ocorreu uma apresentação da Diretoria de Engenharia e Construção no auditório do CDSH intitulada “Conquistas e Desafios da Expansão da Chesf”.
De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
O diretor falou que certamente haveria mudanças boas e ruins. Sobre a isonomia salarial mostrou que não haveria sentido em se ter na mesma empresa engenheiros ganhando diferentes salários. Nesse contexto de concorrências internacionais, a organização da participação passa por informar questões como o homem/hora das empresas. Portanto, sendo esse o propósito da empresa, não poderia existir tal variação. Outra questão relevante é a maior disciplina das empresas do grupo. Hoje algumas empresas agem sem muito controle da holding com uma autonomia ampliada em relaçã
No
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1 Agosto, 2008
Hoje, entre 09:30 e 13h, ocorreu uma apresentação da Diretoria de Engenharia e Construção no auditório do CDSH intitulada “Conquistas e Desafios da Expansão da Chesf”.
De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
O diretor falou que certamente haveria mudanças boas e ruins. Sobre a isonomia salarial mostrou que não haveria sentido em se ter na mesma empresa engenheiros ganhando diferentes salários. Nesse contexto de concorrências internacionais, a organização da participação passa por informar questões como o homem/hora das empresas. Portanto, sendo esse o propósito da empresa, não poderia existir tal variação. Outra questão relevante é a maior disciplina das empresas do grupo. Hoje algumas empresas agem sem muito controle da holding com uma autonomia ampliada em relaçãNo
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Hoje, entre 09:30 e 13h, ocorreu uma apresentação da Diretoria de Engenharia e Construção no auditório do CDSH intitulada “Conquistas e Desafios da Expansão da Chesf”.
De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
O diretor falou que certamente haveria mudanças boas e ruins. Sobre a isonomia salarial mostrou que não haveria sentido em se ter na mesma empresa engenheiros ganhando diferentes salários. Nesse contexto de concorrências internacionais, a organização da participação passa por informar questões como o homem/hora das empresas. Portanto, sendo esse o propósito da empresa, não poderia existir tal variação. Outra questão relevante é a maior disciplina das empresas do grupo. Hoje algumas empresas agem sem muito controle da holding com uma autonomia ampliada em relaçã,No
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De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
O diretor falou que certamente haveria mudanças boas e ruins. Sobre a isonomia salarial mostrou que não haveria sentido em se ter na mesma empresa engenheiros ganhando diferentes salários. Nesse contexto de concorrências internacionais, a organização da participação passa por informar questões como o homem/hora das empresas. Portanto, sendo esse o propósito da empresa, não poderia existir tal variação. Outra questão relevante é a maior disciplina das empresas do grupo. Hoje algumas empresas agem sem muito controle da holding com uma autonomia ampliada em relaçãNo
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Hoje, entre 09:30 e 13h, ocorreu uma apresentação da Diretoria de Engenharia e Construção no auditório do CDSH intitulada “Conquistas e Desafios da Expansão da Chesf”.
De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
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De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
O diretor falou que certamente haveria mudanças boas e ruins. Sobre a isonomia salarial mostrou que não haveria sentido em se ter na mesma empresa engenheiros ganhando diferentes salários. Nesse contexto de concorrências internacionais, a organização da participação passa por informar questões como o homem/hora das empresas. Portanto, sendo esse o propósito da empresa, não poderia existir tal variação. Outra questão relevante é a maior disciplina das empresas do grupo. Hoje algumas empresas agem sem muito controle da holding com uma autonomia ampliada em relaçãNo
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No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
O diretor falou que certamente haveria mudanças boas e ruins. Sobre a isonomia salarial mostrou que não haveria sentido em se ter na mesma empresa engenheiros ganhando diferentes salários. Nesse contexto de concorrências internacionais, a organização da participação passa por informar questões como o homem/hora das empresas. Portanto, sendo esse o propósito da empresa, não poderia existir tal variação. Outra questão relevante é a maior disciplina das empresas do grupo. Hoje algumas empresas agem sem muito controle da holding com uma autonomia ampliada em relaçã,No
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De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
O diretor falou que certamente haveria mudanças boas e ruins. Sobre a isonomia salarial mostrou que não haveria sentido em se ter na mesma empresa engenheiros ganhando diferentes salários. Nesse contexto de concorrências internacionais, a organização da participação passa por informar questões como o homem/hora das empresas. Portanto, sendo esse o propósito da empresa, não poderia existir tal variação. Outra questão relevante é a maior disciplina das empresas do grupo. Hoje algumas empresas agem sem muito controle da holding com uma autonomia ampliada em relaçãNo
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De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
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De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
O diretor falou que certamente haveria mudanças boas e ruins. Sobre a isonomia salarial mostrou que não haveria sentido em se ter na mesma empresa engenheiros ganhando diferentes salários. Nesse contexto de concorrências internacionais, a organização da participação passa por informar questões como o homem/hora das empresas. Portanto, sendo esse o propósito da empresa, não poderia existir tal variação. Outra questão relevante é a maior disciplina das empresas do grupo. Hoje algumas empresas agem sem muito controle da holding com uma autonomia ampliada em relaçãNo
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Hoje, entre 09:30 e 13h, ocorreu uma apresentação da Diretoria de Engenharia e Construção no auditório do CDSH intitulada “Conquistas e Desafios da Expansão da Chesf”.
De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
O diretor falou que certamente haveria mudanças boas e ruins. Sobre a isonomia salarial mostrou que não haveria sentido em se ter na mesma empresa engenheiros ganhando diferentes salários. Nesse contexto de concorrências internacionais, a organização da participação passa por informar questões como o homem/hora das empresas. Portanto, sendo esse o propósito da empresa, não poderia existir tal variação. Outra questão relevante é a maior disciplina das empresas do grupo. Hoje algumas empresas agem sem muito controle da holding com uma autonomia ampliada em relaçã,No
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No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
O diretor falou que certamente haveria mudanças boas e ruins. Sobre a isonomia salarial mostrou que não haveria sentido em se ter na mesma empresa engenheiros ganhando diferentes salários. Nesse contexto de concorrências internacionais, a organização da participação passa por informar questões como o homem/hora das empresas. Portanto, sendo esse o propósito da empresa, não poderia existir tal variação. Outra questão relevante é a maior disciplina das empresas do grupo. Hoje algumas empresas agem sem muito controle da holding com uma autonomia ampliada em relaçãNo
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De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
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No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
O diretor falou que certamente haveria mudanças boas e ruins. Sobre a isonomia salarial mostrou que não haveria sentido em se ter na mesma empresa engenheiros ganhando diferentes salários. Nesse contexto de concorrências internacionais, a organização da participação passa por informar questões como o homem/hora das empresas. Portanto, sendo esse o propósito da empresa, não poderia existir tal variação. Outra questão relevante é a maior disciplina das empresas do grupo. Hoje algumas empresas agem sem muito controle da holding com uma autonomia ampliada em relaçãNo
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Hoje, entre 09:30 e 13h, ocorreu uma apresentação da Diretoria de Engenharia e Construção no auditório do CDSH intitulada “Conquistas e Desafios da Expansão da Chesf”.
De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
O diretor falou que certamente haveria mudanças boas e ruins. Sobre a isonomia salarial mostrou que não haveria sentido em se ter na mesma empresa engenheiros ganhando diferentes salários. Nesse contexto de concorrências internacionais, a organização da participação passa por informar questões como o homem/hora das empresas. Portanto, sendo esse o propósito da empresa, não poderia existir tal variação. Outra questão relevante é a maior disciplina das empresas do grupo. Hoje algumas empresas agem sem muito controle da holding com uma autonomia ampliada em relaçã,No
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Hoje, entre 09:30 e 13h, ocorreu uma apresentação da Diretoria de Engenharia e Construção no auditório do CDSH intitulada “Conquistas e Desafios da Expansão da Chesf”.
De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
O diretor falou que certamente haveria mudanças boas e ruins. Sobre a isonomia salarial mostrou que não haveria sentido em se ter na mesma empresa engenheiros ganhando diferentes salários. Nesse contexto de concorrências internacionais, a organização da participação passa por informar questões como o homem/hora das empresas. Portanto, sendo esse o propósito da empresa, não poderia existir tal variação. Outra questão relevante é a maior disciplina das empresas do grupo. Hoje algumas empresas agem sem muito controle da holding com uma autonomia ampliada em relaçãNo
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Hoje, entre 09:30 e 13h, ocorreu uma apresentação da Diretoria de Engenharia e Construção no auditório do CDSH intitulada “Conquistas e Desafios da Expansão da Chesf”.
De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham
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De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
O diretor falou que certamente haveria mudanças boas e ruins. Sobre a isonomia salarial mostrou que não haveria sentido em se ter na mesma empresa engenheiros ganhando diferentes salários. Nesse contexto de concorrências internacionais, a organização da participação passa por informar questões como o homem/hora das empresas. Portanto, sendo esse o propósito da empresa, não poderia existir tal variação. Outra questão relevante é a maior disciplina das empresas do grupo. Hoje algumas empresas agem sem muito controle da holding com uma autonomia ampliada em relaçãNo
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Hoje, entre 09:30 e 13h, ocorreu uma apresentação da Diretoria de Engenharia e Construção no auditório do CDSH intitulada “Conquistas e Desafios da Expansão da Chesf”.
De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
O diretor falou que certamente haveria mudanças boas e ruins. Sobre a isonomia salarial mostrou que não haveria sentido em se ter na mesma empresa engenheiros ganhando diferentes salários. Nesse contexto de concorrências internacionais, a organização da participação passa por informar questões como o homem/hora das empresas. Portanto, sendo esse o propósito da empresa, não poderia existir tal variação. Outra questão relevante é a maior disciplina das empresas do grupo. Hoje algumas empresas agem sem muito controle da holding com uma autonomia ampliada em relaçã,No
tícias da reunião com o DE
1 Agosto, 2008
Hoje, entre 09:30 e 13h, ocorreu uma apresentação da Diretoria de Engenharia e Construção no auditório do CDSH intitulada “Conquistas e Desafios da Expansão da Chesf”.
De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
O diretor falou que certamente haveria mudanças boas e ruins. Sobre a isonomia salarial mostrou que não haveria sentido em se ter na mesma empresa engenheiros ganhando diferentes salários. Nesse contexto de concorrências internacionais, a organização da participação passa por informar questões como o homem/hora das empresas. Portanto, sendo esse o propósito da empresa, não poderia existir tal variação. Outra questão relevante é a maior disciplina das empresas do grupo. Hoje algumas empresas agem sem muito controle da holding com uma autonomia ampliada em relaçãNo
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Hoje, entre 09:30 e 13h, ocorreu uma apresentação da Diretoria de Engenharia e Construção no auditório do CDSH intitulada “Conquistas e Desafios da Expansão da Chesf”.
De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria
No
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Hoje, entre 09:30 e 13h, ocorreu uma apresentação da Diretoria de Engenharia e Construção no auditório do CDSH intitulada “Conquistas e Desafios da Expansão da Chesf”.
De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
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Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
O diretor falou que certamente haveria mudanças boas e ruins. Sobre a isonomia salarial mostrou que não haveria sentido em se ter na mesma empresa engenheiros ganhando diferentes salários. Nesse contexto de concorrências internacionais, a organização da participação passa por informar questões como o homem/hora das empresas. Portanto, sendo esse o propósito da empresa, não poderia existir tal variação. Outra questão relevante é a maior disciplina das empresas do grupo. Hoje algumas empresas agem sem muito controle da holding com uma autonomia ampliada em relaçãNo
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Hoje, entre 09:30 e 13h, ocorreu uma apresentação da Diretoria de Engenharia e Construção no auditório do CDSH intitulada “Conquistas e Desafios da Expansão da Chesf”.
De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
No final, entretanto, abriu-se espaço para perguntas e prontamente duas questões foram dirigidas ao sr. DE: O cenário da nova Eletrobrás e a perda das concessões em 2015.
Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
O diretor falou que certamente haveria mudanças boas e ruins. Sobre a isonomia salarial mostrou que não haveria sentido em se ter na mesma empresa engenheiros ganhando diferentes salários. Nesse contexto de concorrências internacionais, a organização da participação passa por informar questões como o homem/hora das empresas. Portanto, sendo esse o propósito da empresa, não poderia existir tal variação. Outra questão relevante é a maior disciplina das empresas do grupo. Hoje algumas empresas agem sem muito controle da holding com uma autonomia ampliada em relaçã,No
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Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
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No
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Comentou que nas Assembléias Gerais Extraordinárias ocorridas entre os acionistas das estatais houve a unificação dos estatutos dessas empresas. Aparentemente, as limitações já existentes na autonomia da Chesf poderiam agora aumentar um pouco mais.
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Hoje, entre 09:30 e 13h, ocorreu uma apresentação da Diretoria de Engenharia e Construção no auditório do CDSH intitulada “Conquistas e Desafios da Expansão da Chesf”.
De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
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Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
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Hoje, entre 09:30 e 13h, ocorreu uma apresentação da Diretoria de Engenharia e Construção no auditório do CDSH intitulada “Conquistas e Desafios da Expansão da Chesf”.
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Sobre a primeira questão, o diretor declarou que nem a diretoria das empresas estatais estava sendo informada e que as notícias vinham como de um conta-gotas. Disse que o fator motivador do fortalecimento da Eletrobrás foi a reorganização para atuar além dos limites nacionais, o que até então não era possível, inicialmente na América Latina e depois para seu exterior.
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De forma geral, a apresentação mostrou a experiência ganha pela empresa durante a aquisição dos últimos empreendimentos, as mais recentes conquistas e as novas tendências de expansão.
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